Intolerância e preconceito no Cine ABI


11/07/2008


                          Augusto Oiticica

Na quinta-feira, dia 11, na Mostra do Centenário — A Imprensa no Cinema, o Auditório Oscar Guanabarino, no 9º andar do edifício-sede da ABI, abriu as portas para “A luz é para todos”, filme de Elia Kazan. Na platéia, entre outros, estava o artista plástico Augusto Oiticica, que destacou a atemporalidade do tema:
— Gostei muito do filme, que aborda o preconceito contra os judeus. De uma forma subentendida, o longa também remonta à discriminação dos negros nos anos 50 nos EUA. A questão do racismo e da intolerância religosa está presente em qualquer época e em qualquer lugar.

Para Augusto, o filme serve como um alerta:
— É necessário que as pessoas não tenham nenhum tipo de preconceito étnico ou religioso para que a paz possa reinar por completo.

Culpada ou inocente?

Na próxima quinta-feira, dia 17, dando prosseguimento à mostra A Imprensa no Cinema, organizada pelo Diretor de Cultura e Lazer da ABI, Jesus Chediak, será exibido o filme “Eu quero viver”. No drama dirigido por Robert Wise, Barbara Graham, uma prostituta e estelionatária vivida por Susan Hayward — vencedora do Oscar de melhor atriz pelo papel, em 1958 — é acusada pela imprensa e pela sociedade do assassinato, por espancamento, de uma senhora viúva.

Após ser presa, Barbara é julgada e condenada à morte na câmara de gás e tenta desesperadamente provar sua inocência. Além de SusanHayward, estão no elenco, entre outros, Simon Oakland, Virginia Vincent, Wesley Lau, Theodore Bikel e Philip Coolidge.

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