Ações contra a violência e a censura à imprensa


09/08/2010


Jornalistas sul-africanos lançaram no último domingo, dia 8, uma campanha exigindo o fim da censura à imprensa no país. Em nota assinada por 36 editores, publicada pelos principais jornais da região, o Fórum de Editores Sul-Africanos ressalta que “as restrições propostas pelo Congresso Nacional Africano ameaçam a livre expressão, essencial à democracia desde o fim do apartheid em 1994”. O comunicado exige ainda o fim dos mecanismos de controle da imprensa.
 
Eventos em defesa da categoria também ocorreram no México, onde no último sábado, dia 7, jornalistas realizaram protestos nas ruas da capital e em várias outras cidades exigindo o fim da violência contra profissionais de imprensa no país. Os crimes, que envolvem agressões, sequestros e assassinatos, estariam relacionados ao tráfico de drogas. O México lidera o ranking dos países mais perigosos para o exercício do jornalismo no mundo.
 
O movimento em defesa dos jornalistas mexicanos criou uma página na internet intitulada “Los queremos vivos”, organizada principalmente através das redes sociais, em repúdio ao clima de insegurança que se instalou após os assassinatos de pelo menos dez profissionais de imprensa desde o início de 2010, de acordo com dados da ONG Repórteres sem Fronteiras (RSF).
 
*Com informações do Estado de S. Paulo e Knight Center of Journalism.

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