27 de setembro de 2022


Festival do Rio tem início com filme de Almodóvar


06/12/2021


Festival do Rio é presencial e on line

O Festival do Rio será presencial e on line. As sessões presenciais ocorrem de 5 a 11 de agosto somente no Estação Net Botafogo e na plataforma online Innsaei.tv. . As sessões online dos longas-metragens entram em cartaz no InnSaei.tv no dia seguinte à sessão presencial e ficam disponíveis por, no máximo, 48 horas, dentro do limite de visualizações de cada filme. As sessões online dos curtas estreiam no mesmo dia da sessão presencial no Estação Net Botafogo, também disponíveis por 48 horas. Devido aos protocolos sanitários vigentes, o número de ingressos disponíveis será limitado com retirada na bilheteria, sempre no mesmo dia da sessão. A programação está no site do festival.

Os filmes novos de diretores famosos na seção Panorama são: “Festival do amor”, de Woody Allen; “Benedetta”, de Paul Verhoeven;  “Memoria”, de Apichatpong Weerasethakul; e “Pequena mamãe”, de Celine Sciamma, além de “O beco do pesadelo”, de Guillermo  del Toro que encerra a maratona no dia 19.

A Première Brasil, seção dedicada aos nacionais, terá filmes como “Medida Provisória”, de Lázaro Ramos; “Eduardo e Mônica”, de René Sampaio; “A viagem de Pedro”, de Laís Bodanzky; “Alemão 2”, de  Eduardo Belmonte; “Saudade do futuro”, de Anna Azevedo, “Marinheiro das montanhas”, de Karim Aïnouz; e “Medusa”, de Anita Rocha da Silveira. Haverá ainda uma retrospectiva do chinês Wong Kar-Wai e uma sessão de clássicos francesesdedicado à revi sta “Cahiers du Cinéma”. “O beco do pesadelo”, de Guillermo del Toro, encerra o evento.

Festival

Desde a sua criação, em 1999,  O Festival do Rio exibiu 7 mil longas, incluindo filmes recém-premiados em festivais e mostras internacionais como Cannes, Berlim, Toronto, Veneza e outros.

Este ano, estão no evento filmes que homenageiam a atriz Leila Diniz e diretores consagrados como Ruy Guerra e Nelson Pereira dos Santos. São 69 filmes de ficção e documentários, longas e curtas, em nove categorias nas mostras competitivas e paralelas da Première Brasil 2021, com produções de diretores novos e consagrados de todo o país, além de filmes Hors Concours.

O Festival do Rio desde sua criação, exibiu 7 mil longas, incluindo filmes recém-premiados em festivais e mostras internacionais como Cannes, Berlim, Toronto, Veneza e outros. A Première Brasil Especial apresenta três filmes que destacam figuras importantes do cinema e da cultura nacional.  Em “Já que ninguém me tira para dançar”, Ana Maria Magalhães traça um perfil da polêmica e amada atriz Leila Diniz, enquanto Luiz Carlos Lacerda, o Bigode, exibe pela primeira seu filme “Nelson filma o Rio”, sobre Nelson Pereira dos Santos; e ainda o documentário biográfico “Tempo Ruy”,sobre Ruy Guerra, de Adilson Mendes, e “Chico Mario – A Melodia da Liberdade”, de Silvio Tendler.

Premières

Há ainda a competitiva de novas linguagens, Première Brasil Novos Rumos, e a Première Brasil Especial com grandes homenagens a filmes clássicos e grandes nomes do cinema. Este ano a mostra “O estado das coisas” reúne produções que apontam e discutem questões contemporâneas de grande relevância sob diversas óticas e diferentes formas narrativas. Entre os destaques estão  “Antígona 442 A. C.”, de Maurício Fariascom Andrea Beltrão, baseado na peça de Sófocles; “Saudade do Futuro”, de Anna Azevedo, sobre perdas pessoais atravessando vários países de língua portuguesa e traz depoimentos da família da vereadora assassinada Marielle Franco; e “Nuhu Yãg Mu Yõg Hãm – Esta terra é nossa!”, de Carolina Canguçu, Roberto Romero, Isael Maxakali e Sueli Maxakali, sobre a demarcação das terras indígenas onde vivem dois dos diretores, Isael e Sueli.

O público verá ainda a cópia restaurada de “Terra Estrangeira”, de Walter Salles e Daniela Thomas, comemorando 25 anos, e “Dona Flor e seus dois maridos”, de Bruno Barreto, uma das maiores bilheterias de todos os tempos no Brasil. Mas as homenagens continuam através de “Ziraldo, Era uma Vez um Menino”, de Fabrizia Pinto.

Esta edição do Festival do Rio marca o retorno da Prefeitura do Rio de Janeiro ao evento como apoiadora. E a Firjan renova o apoio ao evento.

“Ficamos cinco anos sem o apoio da Prefeitura. Esse retorno permitiu a existência da edição deste ano, em um formato compacto mas devolvendo à cidade uma experiência presencial e convidando o público para voltar às salas. A cidade do Rio tem a vocação para a indústria criativa, especialmente a indústria do audiovisual, e precisamos desenvolver habilidades e conhecimentos para expandir essa vocação”, diz Vilma Lustosa, diretora de marketing e comunicação do Festival do Rio.

Abaixo seleção completa da PREMIERE BRASIL 2021 do Festival do Rio:

Première Brasil – competição Longa ficção

– A viagem de Pedro, de Laís Bodanzky

– Casa Vazia, de Giovani Borba

– Cora, de Gustavo Rosa de Moura e Matias Mariani
Medusa, de Anita Rocha da Silveira
Medida Provisória, de Lázaro Ramos

– Meu Tio José, de Ducca Rios

– Mundo Novo, de Alvaro Campos
O pai da Rita, de Joel Zito Araújo
O livro dos prazeres, de Marcela Lordy

– Sol, de Lô Politi

Première Brasil – competição Longa documentário

– BR Trans, de Tatiana Issa e Raphael Alvarez
Cafí, de Lírio Ferreira e Natara Ney
Manguebit, de Jura Capela

– O melhor lugar do mundo é agora, de Caco Ciocler
Rolé – Histórias de Rolezinhos, de Vladimir Seixas
Uma baía, de Murilo Salles


Première Brasil – NOVOS RUMOS competição Longas
Barragem, de Eduardo Ades

Os Grandes Vulcões, de Fernando Kinas e Thiago B. Mendonça
– Os Dragões, de Gustavo Spolidoro
– Os Primeiros Soldados, de Rodrigo de Oliveira
– O dia da Posse, de Allan Ribeiro
– Rio Doce, de Fellipe Fernandes

 

Première Brasil – competição curtas

Colmeia, de Maurício Chades (GO)

– Da janela vejo o mundo, de Ana Catarina Lugarini (PR)

– Depois quando, de Johnny Massaro (RJ)

– Fim do dia, de Rafael Raposo (RJ)

– Jamary, de Begê Muniz (AM)

– Masar – caminhos à mesa, de Amina Nogueira e Ana Sanz (RJ)

– Modelo vídeo, de Leonardo Lacca  (PE)

– O Nascimento de Helena, de Rodrigo Almeida (RN)

– Quando o tempo de lembrar bastou, de Felipe Quadra (RJ)

– Solitude, de Tami Martins e Aron Miranda (AP)

– Tecido, sigilo de Lucílio Jota (RJ)

– Tereza Joséfa de Jesus, de Samuel Costa (RJ)

– VIVXS!, de Claudia Schapira, Roberta Estrela D’Alva e Tatiana Lohmann (SP)   

Première Brasil NOVOS RUMOS – competição curtas

– Centelha, de Renato Vallone (RJ)

– Chão de fábrica, de Nina Kopko (SP)

– Ibeji Ibeji, de Victor Rodrigues (RJ)

– Lina, de Melise Fremiot (RJ)

– O fundo dos nossos corações, de Letícia Leão (RJ)

– Okofá, de Daniela Caprine, Mariana Bispo, Pedro Henrique Martins, Rafael Rodrigues e Thamires Case (SP)

– Meu coração já não aguenta mais, de Fabrício Brambatti (SP)

– Uma paciência selvagem me trouxe até aqui, de Érika Sarmet (RJ)

Première Brasil HORS CONCOURS longas

Alemão 2, de José Eduardo Belmonte

A suspeita, de Pedro Peregrino
Capitu e o capítulo, de Júlio Bressane

Eduardo e Mônica, René Sampaio
Ela e eu, de Gustavo Rosa de Moura
Marinheiro das Montanhas, de Karim Aïnouz
Meu álbum de amores, de Rafael Gomes

– O Circo voltou, de Paulo Caldas
Papai é Pop, de Caíto Ortiz
Turma da Mônica 2: lições, de Daniel Rezende
Première Brasil HORS CONCOURS curtas

Ato, de Bárbara Paz

Romance, de Karine Telles  

Première Brasil ESPECIAL 

– Dona Flor e seus dois maridos, de Bruno Barreto

– Chico Mario – A Melodia da Liberdade, de Silvio Tendler
– Já que ninguém me tira para dançar, de Ana Maria Magalhães

– Nelson filma o Rio, de Luiz Carlos Lacerda
– Tempo Ruy, de Adilson Mendes
– Terra Estrangeira, de Walter Salles e Daniela Thomas

– Ziraldo – Era Uma Vez um Menino…, de Fabrizia Pinto

Première Brasil – O ESTADO DAS COISAS 

– American Thief, Miguel Silveira

– Antígona 442 A.C, de Maurício Farias
– Nuhu Mu Yõg Hãm, Essa Terra é Nossa,de Isael Maxakali, Sueli Maxakali, Carolina Canguçu e Roberto Romero
– Saudade do futuro, de Anna Azevedo
– Segredos do Putumayo, de Aurélio Michiles

– The Last Election and Other Love Stories, de Miguel Silveira 

– Você não sabia de mim, de Alan Minas

 

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