Fernanda Guimarães


08/03/2007


“Cada vez mais a realização profissional está ligada ao prazer que se tem ao exercer uma atividade e nem sempre ao status que se adquire. Estudos em vários países do mundo mostram que pessoas felizes com o que fazem vivem muito melhor. O jornalismo, especificamente, é uma carreira realizadora por seu dinamismo e pela adrenalina na busca da melhor informação.

Já dizia Gabriel García Márquez: ‘Ninguém, que não tenha nascido, pode conceber, sequer, o que é essa palpitação sobrenatural da notícia, os orgasmos da premissa, a demolição moral do fracasso (…) Ninguém, que não tenha nascido para isso, poderá persistir num ofício tão incompreendido e voraz, cuja obra se acaba depois de cada notícia como se fora para sempre, mas que não permite um só instante de paz enquanto não se recomeça com mais ardor do que nunca no minuto seguinte.’

Nos dias atuais, a mulher tem um papel importante dentro deste cenário. Com a profissão, elas aprenderam a lutar pelos seus direitos e atestar os resultados de sua batalha diária. Mas, além de reconhecida, o importante é que estas batalhadoras perceberam sua importância em continuar a abrir caminhos para aquelas que estão por vir. Mudanças ocorrem em todos os lugares do planeta e não seria diferente no jornalismo. Cada vez mais as mulheres estão invadindo as redações e cadeiras de cursos e essa é uma das novas tendências do mercado de trabalho em geral. Com o tempo, elas se libertaram de preceitos e preconceitos e foram realizar seus sonhos e mostrar seu potencial no trabalho.” 

Fernanda Guimarães — produtora da TV Globo (Rio de Janeiro-RJ)

        

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