9 de agosto de 2022


Sindicato dos Jornalistas do Estado do Rio de Janeiro comemora 67 anos


14/05/2021


Mário Sousa ressaltou as mudanças alcançadas nos últimos anos pelos ex- presidentes Gentil Lima, Ernesto Viana e Continentino Porto, e o fortalecimento atual com a criação de Delegacias Regionais e parcerias junto a coletivos de jornalistas do interior do Estado do Rio de Janeiro. São exemplos as parcerias com a Associação de Jornalistas do Sul Fluminense e com a Associação Campista de Imprensa no Norte Fluminense, que, dentre outras iniciativas, estamos tentando viabilizar a colocação dos jornalistas na lista de prioridades para a vacinação contra o Covid-19. Além disto, há quase sete décadas, o Sindicato luta pelos direitos dos jornalistas no exercício da profissão; pelo volta da exigência do diploma universitário; contra as fake news e pela defesa da democracia.

O ex-presidente e representante junto à FENAJ, Continentino Porto, fez um balanço de suas gestões, destacando a criação da Comissão da Verdade e o lançamento, em breve, do livro contendo depoimentos de jornalistas vítimas da ditadura militar no Brasil. Continentino disse que o sucesso de suas gestões deve-se muito aos diretores do Sindicato.

A Vice-presidente, Dulce Tupy, destacou as figuras históricas do Sindicato como memórias vivas. Lembrou ainda seu compromisso com a Sustentabilidade e a proposta de incluir, no Estatuto do Sindicato, a defesa do Meio Ambiente.

Dulce Tupy ressaltou os avanços do Sindicato em suas lutas e a participação de cinco mulheres na Diretoria. “Temos que chegar à metade”, disse. Ao falar sobre a importância da Comissão da Verdade, Dulce fez uma sugestão para que se convidasse o jornalista Jourdam Amora para fazer a apresentação do livro da Comissão da Verdade, pela representatividade do jornalista, por sua história e por sua dignidade profissional, proposta que foi aprovada por unanimidade.

O diretor João Canavarro fez um breve relato da crise e o fechamento da maioria das faculdades de Jornalismo em todo o Estado do Rio de Janeiro. “As grades curriculares são incipientes”, destacou.

O diretor Moysés Faria relembrou a 1ª Conferência Municipal de Comunicação e o distanciamento das faculdades de Jornalismo com o mercado, concordando com Navarro de que “as grades curriculares não atendem   a realidade do jornalismo”, ressaltou.

Jane Portella, Delegada Sindical da Região Sul Fluminense, lembrou que está há pouco tempo no Sindicato e parabenizou a Instituição pelos seus 67 anos e a importância da parceria entre Associação dos Jornalistas do Sul Fluminense com o Sindicato.

O Representante Junto à FENAJ e delegado Sindical do Norte Fluminense, Adelfran Lacerda, afirmou que é preciso entender que o ambiente virtual é uma realidade. Antes o jornalismo falava para a sociedade, hoje a sociedade fala para a imprensa. Mudou o eixo da Comunicação Social. A comemoração dos 67 anos do Sindicato, passa a ser um marco da nova visão de Jornalismo. “Precisamos compreender esta nova realidade virtual e espalhar cursos de Jornalismo pelo país. Para isto, devemos aproveitar a parceria com a FENAJ e fazer um levantamento crítico desta situação, destacou.

Sérgio Caldieri, Vice-Presidente, lembrou figuras históricas como o jornalista Oséas de Carvalho e a participação das mulheres na diretoria sindical. Sérgio também fez um balanço positivo da participação do Sindicato nas últimas diretorias em todos os Congressos nacionais sempre com destaque de atuação.

A jornalista Leila Pinagé, que já foi diretora do Sindicato, deixou uma mensagem com muita propriedade, lembrando que o ex-presidente Gentil Lima prestigiou as mulheres em sua gestão.

Texto Sindjor RJ.

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