Mortes de jornalistasao longo de 2011


22/12/2011


O Comitê de Proteção aos Jornalistas (CPJ) divulgou relatório sobre o número de jornalistas mortos em situação de risco em 2011. De acordo com os dados, 43 profissionais de imprensa foram mortos em atividades relacionadas as trabalho. Em 2010, o CPJ contabilizou 44 mortes de jornalistas em cobertura de conflitos, o maior número já registrado.
 
Segundo o estudo, fotógrafos e cinegrafistas representam 40% dos profissionais mortos. E entre os jornalistas, 16 foram assassinados durante as diversas manifestações da chamada Primavera Árabe. Já o número de assassinatos “planejados” teve redução em 2011. Foram registrados 19 óbitos de jornalistas em emboscadas.
 
O CPJ informou que está investigando outras 35 mortes que podem estar relacionadas com o exercício da profissão.
 
O relatório do Comitê aponta o Paquistão como o país mais perigoso para jornalistas no mundo, com 29 assassinatos de profissionais da imprensa nos últimos cinco anos.

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