1 de julho de 2022


Almodóvar e sambistas em Dicas da semana


18/02/2022


Por Vera Perfeito, diretora de Cultura e Lazer da ABI.

“Mães paralelas” na Netflix e “A roda-samba” animam a programação da semana

Pedro Almodóvar com seu último filme “Mães paralelas” com Penélope Cruz estará na Netflix, a partir de hoje quando também estreia na TV Globo o “A roda – samba”, após o jornal Hoje. Mas tem muito mais em Dicas: assista o documentário A Semana de Arte Moderna de Maria Maia e o debate com Silvio Tendler com convidados. E mais os eventos do final de semana, além de peças teatrais. Boa semana e usem máscara!

NA ABI

Terça-feira

19h30 Cineclube Macunaíma

TELEVISÃO

Amanhã

TV GLOBO – “A roda – samba”. A cantora e compositora Teresa Cristina é uma das participantes desse novo programa da emissora gravado na Pedra do Sal e comenta as polêmicas do carnaval atiçadas durante a pandemia. Jorge Aragão também é um dos convidados do jornalista Chico Regueira no programa que será exibido após o jornal Hoje. Na atração, letras de clássicos do samba, entre eles, “Coisa de pele” e “Identidade”, compostas pelo músico, são o ponto de partida para um papo sobre o contexto social em que as canções foram feitas. E a conversa passeia por assuntos variados até chegar na interpretação de “O quitandeiro”, e fazer uma justa reverência a Monarco, baluarte da Portela, que morreu em dezembro do ano passado. “Foi uma homenagem ao Monarco. Eu me senti na obrigação de fazer isso porque fiz a última entrevista dele, em setembro”, conta Chico, que subiu o som para se inspirar e fazer o programa: “Desenvolvemos esse roteiro ouvindo os clássicos e ‘A roda’ é contada a partir de deles. Fala de desenvolvimento urbano, de preconceito de raça, de moradia, de liberdade, de reinvenção de cidade. É um grande passeio pelo mais fino repertório de samba brasileiro, com músicas que todo mundo sabe cantar e que fazem parte da vida da gente”, diz o jornalista.

11a FLUP

A Festa Literária das Periferias será encerrada amanhã. Abaixo sua programação.
HOJE: 16h – 17h – Mesa das Rosalinas – no MUHCAB – Pátio; 17h – 18h30 – Roda de Samba das Rosalinas, no MUHCAB – Pátio; 17h – 18h30- mesa: Heranças da Pequena África; Tom Farias, Eduardo de Assis Duarte e Ynaê Lopes dos Santos, mediação: Rossi Alves, MAR – Palco Debate; 19h – 20h – Mesa: Histórias Amareladas com Sonia Rosa, Simone Mota e Vera Eunice, no MUHCAB – Auditório; 19h – 20h30 – Palestra performance “Abre alas que eu quero passar”, Chiquinha Gonzaga por Juçara Marçal, no MAR – Palco Debate; 20h – 21h – Espetáculo teatral “Lima entre Nós, estudo compartilhado – A atualidade de Lima Barreto”, MUHCAB – Auditório; 20h30 – 22h45 – Baile Black Bom, no MAR – Palco Música; 21h – 22h30 – FILHOS DE GANDHI, no MUHCAB – Pátio; 23h – 00h – Rap e hiphop com BK’, MAR – Palco Música.

Amanhã: 16hMISSA EM MEMÓRIA DE PIXINGUINHA

Missa a ser celebrada por padre Wanderson e concelebrada por padre Wilson Cosmo, responsável pela Pastoral Afro da Arquidiocese do Rio de Janeiro, frei Tatá e padre Jorge Paim. Igreja Sagrado Coração de Jesus
(Rua Benjamin Constant, 48 – Glória)

SÉRIES

GLOBOPLAY

Ângela Black: a protagonista vive um relacionamento conjugal difícil, mas tudo muda quando um investigador particular surge com segredos de seu marido.

Professor T: uma jovem detetive de Londres é ajudada por seu antigo professor da faculdade, Jasper Tempest, cuja experiência em criminologia é incomparável.

Nancy Drew: na temporada 3 os mistérios continuam. Nancy volta à vida de detetive e precisa lidar com uma cidade cheia de segredos entre seus habitantes.

HBO MAX

The Gilded Age : no fim do século XIX, os EUA viveram o que se chamou de Gilded Age (Anos dourados)Grandes fortunas estavam em construção e áreas até hoje consideradas elegantes em NY emergiam como endereços da elite. É nesse ambiente que se desenrola a série do mesmo autor de “Downtown Abbey”, Julian Fellows. O enredo começa em 1882, quando a mocinha Marian Brook ( Louisa Jacobson) fica órfã. Seu pai não deixou herança. Ela se vê sozinha e perde até a casa onde moravam, numa zona rural da Pensilvânia. Sua única opção é se mudar para Nova York e se abrigar com duas tias ricas: Agnes von Rhijn (Christine Baranski de “The good wife”) é viúva e domina a caçula, Ada Brook (Cynthia Nixon, a Miranda de “Sex and City”) que nunca se casou, não tem renda e vive de favor com a irmã. Agnes é cheia de regras rígidas. Marian trouxe uma amiga negra, aspirante à escritora, Peggy Scott (Denée Benton) que é contratada como secretária da dona da casa. A Quinta Avenida ainda está em construção. Os novos ricos penavam para furar o bloqueio social como os Russel. A série merece atenção.

AMAZON PRIME VIDEOThe marvelous Mrs Maisel: a comédia super´premiada com Rachel Brosnahan está de volta para a quarta temporada, agora na década de 1960. A artista de stand-up comedy Midge estrela um show com toda a liberdade criativa que sempre quis, mas seus compromissos criam um abismo ainda maior entre ela, a família e os amigos.

APPLE TV Ruptura: dirigida por Bem Stiller, esta série de elenco estrelado )Adam Scott, Patricia Arquette e John Turturro) conta a história dos funcionários de um escritório que são cobaias de um experimento que dividiu suas memórias entre a vida pessoal e do trabalho. Quando o chefe, interpretado por Scott, descobre um mistério em torno das duas vidas, tudo muda.

PRIME VIDEOLove 3: a vida sexual e amorosa nada convencional de três irmãos é o tem desta comédia dramática brasileira original do Amazon Prime Video. A estreia da série de Felipe Braga e Rita Moraes é global e estreou hoje. Ana (Elen Clarice) tem 33 anos e reata com o ex-marido, mas quer uma relação aberta. Já Sofia (Bella CAmero) tem instabilidade profissional e o trisal com quem mora não a insere no relacionamento. Beto (João Oliveira) vive às turras com sua autoestima por ser gay que só se apaixonado por heteros que o dispensam. O trio assiste à mãe, Baby (Chris Couto), sair de casa depois de um casamento de 30 anos com Fausto (Donizeti Mazonas). A série tem seis episódios de meia hora cada e foi dirigida por Mariana Youssef, Gustavo Bonafé e Felipe Braga.

NETFLIX

Inventando Anna: a minissérie e o livro com o mesmo nome (editora Rua do Sabão), da escritora Rachel DeLoache Williams chegam juntos e são baseados em fatos reais. É sobre a farsante Anna Delvey que se dizia alemã e que enganou muita gente em Nova York onde frequentava os melhores restaurantes e festas badaladas, inventando que era filha de um magnata e dona de um fundo de 60 milhões de euros, que seria liberado assim que completasse 25 anos. Com sandálias Gucci, óculos Céline e capinha de celular personalizada e cartão American Express Platinum parecia mesmo ter muito dinheiro. Até que, em 2017, a Procuradoria de Manhattan descobriu que Anna Delvey nunca existiu. A jovem era russa, se chamava Anna Sorokin e era filha de um caminhoneiro. Era inventava desculpas como “o sistema do  cartão de crédito caiu!” e falsificações, ela deu golpes em hotéis, bancos e em uma empresa de aviões particulares num total de US$200 mil. Ficou dois anos presa e, em 2019, foi condenada. O livro foi escrito por uma amiga que caiu nas mentiras da farsante, a showrunner Shonda. São nove episódios com Anna Chlumsky, de “Veep” para viver a repórter que tenta escrever o perfil da falsária, interpretada por Júlia Garner, de “Ozark”. A falsária saiu da prisão em fevereiro de 2021 e logo voltou a postar. Hoje, está detida pela imigração americana e aguarda deportação. A falsária vendeu sua história para a Netflix e, após devolver o dinheiro às pessoas enganadas e o advogada que fez sua defesa, ainda sobrou muito dinheiro, o que acabou compensando as falcatruas de Anna.

Space Force: a segunda temporada da série criada por Greg Daniels e Steve CArell traz nova missão para o general Mark Naird (Carell): mostrar para o novo governo que a agência espacial é boa de serviço. Tudo isso mesclado aos problemas de relacionamento da equipe. No elenco está também John Malkovich.

Jeen-Yuhs:Trilogia Kanye a vida e a obra de Kanye West em três tempos. Músico, empresário, estilista e ex-marido da influenciadora Kim Kardashian, Kenye West ganhou uma série. Em três episódios, a produção tenta traçar im retrato íntimo do astro desde o início da carreira, em Atlanta,  dos meados dos anos 1990 até agora, quando já coleciona mais de 20 Grammys.

As 24 personalidades de Billy Milligam série em quatro episódios conta a saga de um homem com Transtorno Dissociativo de Identidade. Os psiquiatras diziam que ele se fregmentava em 24 figuras de idades, comportamento, gestual e até sotaques diversos. A narrativa começa em 1977, quando Milligam era aluno da Universidade de Ohio, onde estuprou várias moças num curto espaço de tempo. A polícia logo  o identificou. Preso, garantiu não ter ideia do acontecido. Na infância sofreu extrema violência. Vale conferir.

FILMES

NETFLIX Mães paralelas: o último filme de Almodóvar que está nos cinemas há algumas semanas estreia hoje na Netflix. Duas mulheres, Janis e Ana, dividem o quarto de hospital onde vão dar à luz. As duas são solteiras e ficaram grávidas acidentalmente. Janis (Penélope Cruz, candidata ao Oscar de melhor atriz este ano), de meia-idade, não se arrepende e nas horas prévias do parto sente-se pletórica. A outra, Ana (Milena Smit, nova musa do diretor), é uma adolescente assustada, arrependida e traumatizada.  Janis tenta animá-la enquanto passeiam como sonâmbulas pelo corredor do hospital. As poucas palavras que trocam nessas horas vão criar um vínculo muito profundo entre as duas, e esse acaso vai encarregar-se de desenvolver e complicar de forma tão retumbante que mudará a vida de ambas para sempre.

Apple TV+A tragédia de Macbeth: do roteirista e diretor Joel Cohen filmou em preto e branco, a adaptação da obra de Shakespeare. Com Denzel Washington no papel-título e Frances McDormand (mulher de Coen há 35 anos) como a dominadora Lady Macbeth, o diretor – em seu primeiro trabalho solo sem o irmão Ethan – preservou o inglês antigo da época do Bardo e inovou na opção de um casal mais maduro para viver os protagonistas. A peça do século XVII conta a história de um regicídio (assassinato de um rei ou uma rainha) e as consequências desse assassinato.

Nos cinemas

A mulher que fugiu – de Hang Song-soo. O filme ganhou o Urso de Prata da melhor direção Festival de Berlim de 2020. Enquanto o marido está em viagem de negócios, Gam-hee conhece três mulheres nos arredores de Seul. Ela primeiro visita dois amigos íntimos em suas casas; o terceiro, um conhecido mais velho, ela encontra por acaso em um cinema independente. Licorice pizza – indicado ao Oscar de melhor filme. Comédia romântica de Paul Thomas Anderson acompanha o primeiro amor de um casal na Califórnia nos anos 1970. Bradley CVooper, Sean Penn e Tom Waits, no elenco.

Primavera – realizado ao longo  de 20 anos por Carlos Porto de Andrade, o filme marca a volta de Ana Paula Arósio Às telas após mais de uma década, e conta ainda com Marília Gabriela, Ruth Escobar e Ruth de Souza. Com narração de Caco Ciocler, a trama passeia pelas memórias de uma família, desde um inglês do século XVIII, até os dias de hoje.

Rio de vozes – registro da vida dos ribeirinhos que dependem das ´paguas do Rio São Francisco. Documentário de Andrea Santana e Jean-Pierre Duret, que alerta para as consequência do desmatamento e da superexploração de suas margens.

LIVROS  

Manuel Messias – Do tamanho do Brasilvários escritores e artistas. O livro com 248 páginas bilíngues (português/inglês) conta a história de Manuel Messias (1945- 2001)e faz um resgate da importância desse artista. Negro e de família muito pobre, ele veio de Sergipe para o Rio, aos 7 anos, acompanhando uma tia e a avó. Tempos depois, a mãe chegou à cidade e foi trabalhar na casa de Leonídio Ribeiro, então diretor do MAM, e que abriu as portas para Messias. No início dos anos 1960, Leonídio viu que o menino desenhava deu-lhe uma bolsa com Ivan Serpa, que o estimulou na xilogravura. Estudou ainda com o pintor, gravador e desenhista Abelardo Zaluar. Nos últimos dez anos de vida ele sofreu um apagamento na história da arte brasileira e sofrendo de problemas psiquiátricos, viveu nas ruas do Rio. O livro é a segunda etapa de um projeto da Danielian Galeria, dos irmãos  Marcus Lontra e Rafael Peixoto que busca preencher a lacuna existente desse artista. Os textos são de Ademar Britto Junior, Guilherme Guttman, Marcus Lontra e Rafael Peixoto, além da cronologia do artista por Izabel Ferreira. Em seu texto, a antropóloga Lilia Schwarcz traça um paralelo entre Manuel Messias e outros artistas negros e pobres no Brasil, como Lima Barreto e Arthur Bispo do Rosário. Apesar das dificuldades, o artista teve participação ativa na cena artística nacional durante 30 anos, com exposições no Brasil e no exterior, sendo premiado diversas vezes.

A história de Shuggie Bain (Intrínseca, R$59,44) – o escocês Douglas Stuart, vencedor do Booker Prize de 2020. No romance de estreia narra a trajetória de um menino gay e sua relação com a mãe alcoólatra, na decadente Glasgow dos anos 1980.

Duas ideias filosóficas e a pandemia (Estação Liberdade) – Renato Janine Ribeiro. O autor resgata os coceitos de Rousseau e de Marx para pensar o presente. Segundo ele, a compaixão norteou o combate à Covid -19. E mais: o que em outros tempos era um problema irremediável – uma pandemia – tornou-se uma tarefa que podemos resolver graças À ciência. A vitória sobre o vúrus, portanto, depende da aliança entre a compaixão identificada por Rousseau e o progresso técnico elogiado por Marx. O auotor foi Ministro da Educação de Dilma Rousseff e é presidente da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência.

A Cidade nas nuvens (Intrínseca, R$71,12 na Amazon) – Anthony Doerr. O mais recente livro do autor aponta o conhecimento e a cultura como antídotos para um planeta ameaçado pelo aquecimento global. Ele ganhou o Prêmio Pulitzer, em 2015, como o livro “Toda luz que não podemos ver” com quase 10 milhões de exemplares vendidos – 170 mil no Brasil – que vai virar série este ano. Em A cidade nas nuvens, lançado agora no Brasil, Anthony Doerr entrelaça a vida de cinco protagonistas usando um livro como elo. Anna, uma órfã de treze anos, mora atrás dos formidáveis muros de Constantinopla no século XV, em uma casa de mulheres que ganham a vida bordando trajes eclesiásticos. Inquieta e curiosa, ela aprende a ler e encontra nesta antiga cidade, famosa por suas bibliotecas, um livro — a história de Éton, que deseja ser transformado em pássaro e voar até um paraíso utópico no céu.Enquanto as muralhas daquele que foi seu lar por toda a vida são bombardeadas no grande cerco de Constantinopla, Anna lê a história para a irmã adoentada. E é nesse contexto que seu caminho vai se cruzar com o de Omeir, um garoto de fora das muralhas, recentemente recrutado com seus bois para se juntar ao exército invasor. Cinco séculos mais tarde, em uma biblioteca escolar de uma pequena cidade do estado de Idaho, nos Estados Unidos, o octogenário Zeno, que aprendeu grego enquanto era prisioneiro de guerra, dirige cinco crianças em uma adaptação teatral da história de Éton. Entre as prateleiras da biblioteca, Seymour, um adolescente problemático e idealista, planta uma bomba, ativando assim um novo cerco. E em um futuro não muito distante, na nave interestelar Argos, Konstance, que nunca pisou em nosso planeta, está sozinha em uma câmara, escrevendo em restos de pano uma história contada por seu pai: a de Éton. Em Cidade nas nuvens, crianças à beira da vida adulta em mundos em perigo encontram resiliência, esperança — e um livro. Quatro estações em Roma é outro livro seu. É também autor das coletâneas de contos Memory Wall e The Shell Collector e do romance About Grace. Vencedor dos prêmios O. Henry, Rome, Young Lions da Biblioteca Pública de Nova York e do de ficção da National Magazine, Doerr também foi agraciado com a Guggenheim Fellowship e o prêmio Story. Nascido e criado em Cleveland, Ohio, o escritor vive atualmente em Boise, Idaho, com a mulher e dois filhos.

PODCAST

Palavra alada podcast que está disponível nas plataformas digitais desde domingo –  data do início da Semana de Arte Moderna de 1922 e que completa 100 anos – e é narrado pela atriz Drica Moraes que transporta os ouvintes para o saguão do Theatro Municipal de São Paulo, lado a lado com Oswald de Andrade, Mário de Andrade, Di Cavalcanti e Anita Malfatti. Na primeira parte do podcast, a atriz apresenta panorama de como surgiu o modernismo no Brasil, que tem como marco inicial a Semana de Arte Moderna de 1922. Na segunda parte, ela convida o curador Antônio Carlos Secchin para um bate papo informal, aprofundando fatos e curiosidades do período. A idealizadora do projeto Flávia Guayer destaca que o excepcional da Semana de 1922 foi a ideia de que não só o erudito tem valor, mas o popular também. E a aberturas de portas, após a rigidez do parnasianismo.. Ainda este ano serão lançados mais dois podcasts, correspoindendo às duas fases seguintes do modernismo (1930 e 1960). A semana reuniu paulistas, cariocas, nortistas, músicos, poetas, artistas plásticos, arquitetos, etc, com o único desejo de construir um Brasil ao mesmo tempo cosmopolita e popular.

LAZER

Para os dias de calor, longe da praia cheia:

O Parque Nacional da Tijuca é um oásis dentro da do Rio. Lá estão as principais cachoeiras da cidade. Vá em horários de menor movimento, como entre 8 e 11h durante a semana, e usando solado antiderrapantes que possam ser molhados para evitar acidentes porque nas cachoeiras costuma haver pedras escorregadias e úmidas. Não leve churrasqueira e nem caixas de som que causam poluição e perturbação da fauna e nem creme para cabelo ou protetor solar porque a química polui as águas e agride a Mata Atlântica. Não deixem restos de alimentos ou resíduos sólidos. Não leve seu animal doméstico para as cachoeiras dentro do Parque. As espécies nativas do Parque Nacional da Tijuca não têm as defesas naturais para as diversas doenças que podem ser transmitidas por cães e gatos, entre outros. Além disso, cães podem ser predadores de animais selvagens. Há risco também para o Pet ao ser inserido em um ambiente que oferece risco para ele (contato com animais peçonhentos, por exemplo).

A Cachoeira do Horto no Jardim Botânico é de fácil acesso e atrai muitos visitantes. Carros e motos são permitidos. De segunda a sexta-feira, das 9 às 17h. Há estacionamento. Nos fins de semana, somente pedestres e ciclistas estão liberados. A Cachoeira do Horto fica no Parque da Tijuca. O acesso é simples. De carro, siga pela Rua Pacheco Leão (Jardim Botânico) até a placa Horto, vire à direita e continue subindo, sempre em paralelo ao parque Jardim Botânico. O começo da trilha está a cerca de 500m da guarita do Parque Nacional da Tijuca. Para quem vai de ônibus até a entrada da Cachoeira do Horto, procure um ônibus que passa pelo bairro Jardim Botânico e mais especificamente na Rua Pacheco Leão como a linha 409. Desta rua, você seguirá caminhando em direção à Estrada Dona Castorina até chegar à entrada do Parque.

A Cachoeira das Almas fica a aproximadamente três quilômetros do portão de entrada do ParqueNacional da Tijuca. A trilha, que tem a maior parte do trajeto plana, se inicia próximo ao Centro de Visitantes e segue beirando o Riacho das Almas. A queda d’água da Cascatinha Taunay tem 35 metros e é proibido o acesso embaixo da cachoeira, mas uma piscina de água verde cristalina, ao pé da cascata, que passa por debaixo da Ponte Job de Alcântara, criada em 1860, a mando do governo imperial, serve de refúgio para os visitantes que têm direito a estacionamento e banheiro gratuitos. A entrada é controlada das 8 às 17h e apenas 300 carros e 400 motos podem chegar lá por dia, com a entrega dos cartões na entrada da Praça Afonso Viseu, que deverão ser devolvidos na saída, no portão do Açude.O nome vem da época dos escravos, pois era um local onde realizavam os cultos de suas religiões. Diariamente das 8h às 17h. Como chegar: transporte Público, particular e a pé: a entrada do setor Floresta fica na Praça Afonso Viseu, Alto da Boa Vista. É possível subir o Alto tanto de quem vem da Barra da Tijuca e Itanhangá (Estrada das Furnas) quanto de quem vem da Tijuca (Av. Edson Passos). As linhas de ônibus indicadas são 301, 302 e 345.

Cachoeira de Imperatriz –  essa cachoeira tem esse nome, pois se localiza em uma área que, de fato, pertenceu à imperatriz do Brasil. O imperador Dom Pedro I adquiriu essa propriedade que integrava a fazenda dos Macacos, em 1829, para presentear sua esposa, Dona Amélia Napoleona de Leuchtemberg, segunda imperatriz do Brasil.

Posteriormente, o edifício principal da fazenda se tornou a Escola Nacional de Botânica Tropical, a primeira do tipo na América do Sul, conhecido hoje em dia como Solar da Imperatriz. Como chegar à Cachoeira da Imperatriz: a trilha dessa cachoeira é uma das que pode gerar mais dúvidas, pois há muitas bifurcações no trajeto “principal”. Entretanto, a boa notícia é que tem outra forma para chegar nessa cachoeira. A primeira possibilidade: considerada mais difícil devido ao grande número de caminhos entrecortados, começa atrás do Solar da Imperatriz, no bairro do Jardim Botânico e dura 25 minutos (1,5 km). O início da trilha da Cachoeira da Imperatriz fica no final de uma rua no lado esquerdo /posterior ao Solar da Imperatriz. Olhando o Solar da Imperatriz de frente, devemos contorná-lo pelo lado esquerdo passando por algumas casinhas e seguir até o final da rua, onde a trilha começa no lado esquerdo.Embora tenha algumas placas de sinalização pelo caminho, certas partes da trilha geram dúvidas, então tente seguir pela trilha mais aberta para evitar se perder. A segunda trilha de acesso: sem dúvida, a mais fácil, fica em frente à entrada da trilha da Cachoeira do Jequitibá, através da Estrada Dona Castorina. Enquanto que a entrada da Cachoeira do Jequitibá fica do lado direito da estrada, o caminho que leva à Cachoeira da Imperatriz fica do lado esquerdo, bem em frente.  Além de ser mais fácil por não haver bifurcações, esse percurso leva uma média de 20 minutos (1,2 km) através de uma descida até a Cachoeira. A parte negativa é que para voltar pelo mesmo caminho temos que subir essa ladeira.Porém, no meio do caminho tem  o bônus de outras cachoeiras e poços. Aproximadamente, 150 metros antes de chegar na Cachoeira da Imperatriz por esse percurso, você vai ver um chuveirão formado por um cano. Se você seguir por uma trilha pelo lado esquerdo desse chuveiro será possível conhecer o Poço Temiminó e a Cascata do Engenho.

Para você comer, beber e se divertir nas alturas e com uma linda vista da cidade:

Mirante da Rocinha – o local é um sucesso porque enquanto se aguarda a comida e a bebida – e durante e depois também – estão à vista o Cristo Redentor, o Pão de Açúcar, a Lagoa Rodrigo de Freitas e diversos bairros da Zona Sul. No espaço, ainda há um muro de mais de 300 metros, com grafites de artistas da Rocinha que contam a história da comunidade, através de seus traços, desde o surgimento até os dias de hoje. Mesas altas dividem o ambiente com um bar moderno. No segundo pavimento há um ponto de observação mais alto, cm atmosfera ainda mais aconchegante. Há ainda uma feira artesanal ao lado do mirante.

LIGA DOS BOTECOS (BOTAFOGO) – reúne na Rua Álvaro Ramos, em Botafogo, o melhor das gastronomia de botequim, com quitutes do Momo, Cachambeer, Botero e Bar da Frente. O terraço, chamado de laje pelos sócios da casa anda disputado nesses tempos pandêmicos. O ambiente conta com um bar próprio, programação de bartenders e novidades no menu como o Escondidinho de Bacalhau com arroz de brócolis.

BROTO – esse terraço que também fica na rua Álvaro Ramos, em Botafogo, é muito badalado entre 18 e 20h, quando acontece um happy hour com dose dupla de drinques e DJ residente.

MAIS CAROS: para quem tem mais bala na agulha, o terraço de 600m2 do Boteco Belmonte na Praia de Ipanema é a pedida. Com uma vista cinematográfica para o Morro Dois Irmãos e para o mar fervilha de quarta-feira a sexta-feira, a partir das 17h, e aos sábados e domingos, a partir do meio-dia porque rolam shows ao vivo no local, com couvert artístico de R$35. No restante da semana, o bar já está aceitando reservas de 2a a 4afeira, das 11h às 18h, e quinta-feira e sexta-feira, das 11h às 15h. Pedidos pelo WhatsApp 98556-0221.Não vale para  feriados e vésperas de feriados. Aí só entrando na fila. A vista compensa.

Em Copacabana: hotéis Emiliano, Hilton e Selina. Esses hotéis  permitem que não hóspedes desfrutem de seus rooftops com vista para o mar, o Pão de Açúcar, fortes do Leme e de Copacabana, além de algumas praias de Niterói.

Emiliano (Av.Atlântica, Posto 6, entre as ruas Souza Lima e Francisco Sá) – no 12º andar é aberto ao público para o jantar de quarta-feira a sábado, a partir das 20h. Reservas:21 99255-9920 (WhatsApp).

Hilton (início do Leme, entre as avenidas Atlântica e Princesa Isabel) – seu rooftoop fica no  39º andar e sistema é o day use. O interessado pode usar o apartamento entre 15h e 20h, a piscina, academia e o spa pelo preço de R$390 mais taxas para até dois adultos (reservas 3501-8000). Esses hóspedes temporários têm direito a desconto de 20% nos alimentos e bebidas não alcoólicas do Isabel  Lounge. O cardápio do dia traz opções como sanduíche de lagosta (R$79) e o me u noturno tem pedidas como lagosta grelhada com risoto de moqueca (R$145).

Selina (Av. Atlântica, esquina da Almirante Gonçalves, rua do Bip Bip; aproveite e vá até lá). No 10º andar, funciona o Flora Roofbar & Coquetelaria(reservas pelo watsApp 21 3226-4893) que tem programação semanal  com DJs (que só usam vinis) e é conhecida como Copacabana Disco Club. O bar é em estilo tropical é especializado em coquetéis e finger foods contemporâneos. Destaque para o pastelzinho recheado com queijo trufado e melado (R$39).

EXPOSIÇÕES

Antes e depois do espetáculoexposição no Teatro Poeira sobre seus 15 anos de funcionamento. Com curadoria de Bia Lessa, a mostra reúne fotos, textos, figurinos, objetos e até pedaços de cenários utilizados no espaço fundado pelas atrizes Marieta Severo e Andrea Beltrão. De quarta-0feira a sábado, das 16h Às 21h; e aos domingos, das 16h Às 19h. Entrada gratuita. Rua São João Batista 104, Botafogo.

Carnaval 2022: homenagem a Nara Leão – O Espaço Zagut (www.espacozagut.com) apresenta essa mostra virtual. A musa da Bossa Nova, que completaria 80 anos em janeiro, inspirou o trabalho de 90 artistas, entre desenhos, aquarelas e fotocolagens.

MÚSICA

Martinho da Vila já estão nas plataformas (Spotify, etc) duas músicas do álbum que o cantor e compositor lançará em março, Mistura homogênea. As músicas são Era de Aquarius, duo com o rapper Jonga, e Unidos e misturados com Teresa Cristina. Do novo trabalho também participam Zeca Pagodinho, Xande de Pilares, todos os filhos e a escritora moçambicana Paulina Chiziane, última vencedora do Prêmio Camões. Martinho é o enredo do carnaval deste ano de sua escola, a Vila Isabel. Mas ele acredita que  a festa só deveria acontecer em 2023 devido à pandemia.

Gilberto Gil –o cantor e compositor lançou uma nova versão de seu LP “Gilberto Gil”, o quarto de sua carreira e o primeiro de seu exílio em Londres que completou 53 anos, em dezembro. O disco quase todo cantado em inglês, tem composições dele como “Nega” (photograh blues) e “Mamma”, além de parcerias com Jorge Mautner (“Babylon”, “Crazy pop rock”) e “Can’t find my way home”, sucesso do supergrupo Blinf Faith composto pelo tecladista Stevie Winwood. O rock inglês e o americano de artistas como Bob Dyla e Jimmi Hendrix, além do reggae de Bob Marley, exerceu grande influência sobre Gil em sua passagem por Londres que durou de 1968 até 1972. Uma reedição de “Gilberto Gil” em CD, em 1998, tem como faixas extras versões ao vivo de “Can’t find my way home”, “Up from the skies”, de Hendrix, e “Sgt Pepper’s Lonely Hearts Club Band”. Este ano, Gil completa 80 anos em junho.

Nascidos no subúrbio – no CD de Didu Nogueira, sobrinho de João Nogueira, e do violonista Jorge Simas com o título “Nascidos no subúrbio” há cinco músicas inéditas do cantor e compositor João Nogueira. As músicas são “Ela” (parceria com Nelson Cavaquinho), “Bob Silva” (que Simas completou), “Violão sem cordas (parceria com Carlinhos Vergueiro), “Produto de se exportar” (com Edil Pacheco) e “Palmares nação negra” (com Paulo César Pinheiro, o parceiro mais frequente de João). Nas outras dez faixas a prioridade foi para o lado B da obra de João. A exceção é “Do jeito que o rei mandou” (com Zé Katimba). Há ainda as desconhecidas “Descarrego” (com Cláudio Jorge) e “O despertar do mago” (com Simas) e algumas conhecidas pelos que sabem mais da obra do art6ista: “Beto Navalha (só do sambista), “Albatrozes” 9idem) e “Meu canto sem paz” (com a irmã Gisa Nogueira). O “Rei da felicidade” (com Nonato  Buzar) é a faixa em que o filho de João, Diogo Nogueira, participa. João Nogueira teria feito 80 anos em 12 de novembro.

Blanc – é o título do sexto álbum do septeto vocal Ordinarius. O grupo carioca aborda a obra do compositor carioca Aldir Blanc (2 de setembro de 1946 – 4 de maio de 2020), letrista de sintaxe singular na MPB. O grupo há

cinco anos lançou o álbum Notável sobre o pioneirismo de Carmen Miranda (1909 – 1955) e, em 2020, deu voz a cantoras que abriram caminhos na música brasileira no disco Paralelas. O álbum Blanc tem lançamento previsto para março, mas boa parte do repertório já foi apresentada em singles editados por Antonia Medeiros, Augusto Ordine (arranjos e direção musical), Beatriz Coimbra, Fabiano Salek, Maíra Martins, Mateus Xavier e Matias Corrêa ao longo de 2021.No álbum Blanc, o Ordinarius aborda músicas  como Dois pra lá, dois pra cá (João Bosco e Aldir Blanc, 1974), Incompatibilidade de gênios (João Bosco e Aldir Blanc, 1976), O ronco da cuíca (João Bosco e Aldir Blanc, 1975), Saudades da Guanabara (Moacyr Luz, Aldir Blanc e Paulo César Pinheiro, 1989), Mandingueiro (Moacyr Luz e Aldir Blanc, 1992), Baião de Lacan (Guinga e Aldir Blanc, 1993) e Resposta ao tempo (Cristovão Bastos e Aldir Blanc, 1998). Nas plataformas.

SHOWS

HOJE

SAMBA

Ginga Quiosque – do mesmo dono do Bafo da Prainha e Casa Porto, na Saúde o novo quiosque agita , diariamente, o calçadão do Leme com apresentações musicais de fim de tarde. Os atrtistas ficam na parte coberta e o públuci se espalha, inclusive pela areai e pelas redes amarradas aos coqueiros. Hoje: o cantor Lucio Sanfilippo.com samba, jongos, cocos, maracatus, ijexás, aguerés e cirandas. Praia do Leme (altura do La Fiorentina). Das 9 Às 23h. Roda: HOJE, 17h. Couvert:R$7.

17h às 21h Armazém do Senado e hoje é com o Samba do Doutor: o tradicional botequim de 1907, Patrimônio Cultural da Cidade é pequeno para a turma que toda sexta e sábado vai conferir concorridas rodas de samba e o frequentadores acabam ocupando a rua e bares ao lado como o Labuta. O Samba do Doutor é capitaneado por Geisa Keti  (filha de Zé Keti) e Onesio Meirelles. Amanhã (14h Às 18h) – é a vez de Canto di Vó, com mais sambas tradicionais. Av. Gomes Freire, 256 – Centro.

19h30Matriarcas do Samba. Uma homenagem a D. Ivone Lara em seu centenário. Formado por Nilcemar Nogueira, Geisa Ketyi, Vera de Jesus e Selma Candeia – neta de Cartola, filha de Zé Ketti, neta de Clementina de Jesus e filha de Candeia, respectivamente –, o quarteto apresentará um roteiro com grandes sucessos de Dona Ivone Lara, como os clássicos “Sonho meu”, “Sorriso negro”, “Acreditar”, “Enredo do meu samba” e “Os cinco bailes da história do Rio”, obra que marcou a estreia de uma mulher entre os autores de samba-enredo. R$35 e R$70. Teatro Rival.

20hCozinha arrumadahoje a roda criada em 2008 se une ao grupo Moça Prosa (que também se apresenta no Largo da Prainha, amanhã, às 17h) para interpretar grandes nomes do samba feminino com direito a um toque de MPB e rap. Amanhã, a batucada acontece na quadra do CARDOSÃO, em Laranjeiras, com samba de raiz homenageando grandes mestres. Espaço Luís Gama – Rua da Constituição, 54 – Centro. Grátis com  nome na lista (WhatsApp – 97356-5470). Quadra do Cardosão– Rua Cardoso Júnior, 420 – Laranjeiras – amanhã, 16h)

SÁBADO

Bateria da MangueiraHoje e sábado próximo (26/2), a bateria de uma das mais famosas escolas de samba do Rio acompanha a feijoada do Casarão Marrom do Bar da Alcione. O bufê custa R$69,90 por pessoa. Rua Pedro Américo 277, Catete.

19h Samba pede Teresa formado em 2013, aos pés de Santa Teresa, o grupo migrou para  a Praça Tiradentes. Desde dezembro, as apresentações gratuitas na praça voltaram sempre nas primeiras e terceiras sextas-feiras do mês (HOJE TEM!). Nos sábados de fevereiro, a roda também toma conta da da Casa do Nando, um espaço cultural, no centro. Praça Tiradentes, sexta, 19h. Grátis. Casa do Nando – Rua Camerino, 176, Centro: aos sábados, a partir de 16h. Ingresso antecipado: R$15, via Pix (informações 99147-1608). NA hora: R$20.

18hSambachaça – grupo formado por amigos do extinto botequim Rainha do Sul, no Flamengo, a roda conquistou um público jovem. Com oito anos de batuque, essa turma recebe amanhã, Moacyr Luz com repertório autoral e de Cartola, Candeia, Ivone Lara, João Nogueira, Mauro Duarte e Wilson Moreira. Garagem Delas – Rua da Carioca, 83.R$ 20 (via Sympla).

22h –  CIRCO VOADORNoite do Bem BoladoSamba Independente dos Bons Costumes + Samba que Elas Querem + Zé Bigode Orquestra as duas rodas de samba que botam a galera pra dançar até o dia raiar estão de volta ao Circo Voador. Noite do Bem Bolado traz Samba Independente dos Bons Costumes e Samba Que Elas Querem. E não para por aí: a noite ainda conta com o show da Zé Bigode Orquestra e com toda malemolência do DJ Tales Mulatu. A partir de R$40.

DOMINGO

14h– Samba da Volta hoje é dia de ocupar as calçadas de pedras da Rua do Ouvidor, no Centro, com samba e cerveja gelada. A rua que abriga diversos botequins vira palco da roda Samba da Volta, que tem Fundo de Quintal e seus afiliados como as maiores referências. O evento é programa, quinzenalmente aos domingos. Hoje tem! Rua do  Ouvidor, próximo  ao número 41, Centro,. Grátis.

15h (abertura da casa) e 18h (apresentação) Samba de Vinil: no comando da roda, o ator e cantor Marcelo Serrado que faz dupla com o ator Édio Nunes cantando sambass marcantes que passeiam de Donga, Dona Ivone Lara, Candeia e Jovelina Pérola Negra a marchinhas de carnaval. Villa Riso: Estrada da Gávea, 728, São Conrado. R$60 (via Ingresse ou comprando na hora).

QUARTA_FEIRA

Bar da Alcioneo Casarão Marrom, no Catete, já está em ritmo de paticumbum. No dia 23 (4a feira), Alcione se apresentará na cassa, a partir das 22h (o bar abre às 18h). Além de alguns de seus hits como “Não deixe o samba morrer” e “Você me vira a cabeça”, ela cantará músicas do álbum “Tijolo por tijolo”. O couvert é R$100 e as reservas são pelo WhatsApp (21- 99747-5458.

QUINTA-FEIRA

22hs – Pororoca Purpurina leva o Carnaval para o Teatro Rival–  no Teatro Rival Refit. A folia toma conta do teatro com o show do Pororoca Purpurina, que está lançando os singles “Purpurina” e “Fé em fevereiro” levando para o palco o carnaval de rua, com um repertório de clássicos carnavalescos de todas as regiões do Brasil, entre marchinhas, frevos, samba reggae, brega, funk, carimbó e axé, além de músicas autorais e outros hits que tocam nos blocos cariocas mais festejados. Sob o comando de Matheus VK (Bloco Fogo & Paixão), Natascha Falcão (Ave Mulher, Terreirada Cearense), Tyaro Maia (Agytoê, Maracutaia e Etnohaus), Tarcísio Cisão e Gabriel Gabriel (Amigos da Onça e Vulcão Erupçado), a folia, que começa nas ruas do Rio de Janeiro, desemboca no coração da Cinelândia, onde a explosão acontece. Um show vibrante, comandado por cinco artistas que representam toda a desobediência e extravagância que vestem a alma carnavalesca do Rio. R$30 e R$60. Com todas as medidas exibidas pela Covid.

TEATRO

Eu de vocêmonólogo com Denise Fraga com relatos de de pessoas comuns, fragmentos de vida, casos de família e pequenas alegrias. As histórias foram costuradas com textos, poesias ou canções de autores consagrados como Tchekhov e Chico Buarque e o espetáculo tem direção de Ricardo Villaça, marido da atriz. No palco há uma banda só de mulheres e ela canta até Elvis Presley. CCBB, de quarta a sábado, às 19h. Dom – 18h. Até 20/2. R$30. Classificação: 12 anos.

Quando eu for mãe quero amar desse jeito – com Vera Fischer, Mouhamed Harfouch e Larissa Maciel. A peça mistura tensão e humor ácido e a trama gira em torno de uma mãe obcecada pelo filho que entra em pé de guerra com a noiva dele. Sesc Copacabana. De quarta a domingo, 19h. Sessão extra dia 19/2 (sáb), 16h. Até 20/2. R$30. Classificação:12 anos.

A cor púrpura –   com 17 atores, 8 músicos, 90 figurinos, um palco giratório de 6 metros de diâmetro e uma escada curva com sistema de travelling em volta do cenário. “A história é universal: fala do ser humano, em especial das mulheres. É imediata a identificação com o momento do país, onde há tantas histórias de opressão às mulheres. e “Quase Normal”. Tadeu Aguiar prioriza a interpretação como força motriz da cena. O espetáculo já conta com duas indicações ao Prêmio Shell e 8 indicações ao Prêmio Cesgranrio. Escrito há mais de 35 anos, A COR PÚRPURA é um musical baseado em uma história passada na primeira metade do século XX, na zona rural do Sul dos Estados Unidos, com personagens típicos dessa região. A saga de Celie é permeada por questões sociais de extrema relevância até os dias atuais como a desigualdade, abuso de poder, racismo, machismo, sexismo e a violência contra a mulher. São 32 números musicais. De quinta e sexta às 20h00, sábado às 16h00 e 20h30, domingo às 18h00, até 20 de Fevereiro. Teatro Riachuelo RJ – Rua do Passeio , 40, Rio de Janeiro – Rio de Janeiro. Ingressos entre R$ 25,00 e R$ 170,00. Pague em até 12x. Lembre-se das medidas de prevenção ao COVID-19.

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