Campanha pede suspensão de 32 perfis, retirada de 221 publicações e restrições a conteúdos futuros. Advogados apontam risco de censura prévia.
Cinquenta e quatro veículos lançam editorial conjunto contra a eleição de Flávio Bolsonaro.
A candidatura de Flávio Bolsonaro nasce como continuidade de um projeto político, responsável por uma tentativa de golpe de Estado no país. Seus apoiadores seguem os principais responsáveis pelos ataques à imprensa realizados nesta campanha eleitoral, de acordo com monitoramento da Coalizão em Defesa do Jornalismo (CDJor).
As entidades que assinam esta carta dirigem-se ao Tribunal Superior Eleitoral em um momento decisivo. Faltam duas semanas para o segundo turno, e o Tribunal já começou a tomar decisões que alteram as condições da disputa.
A rapaziada parece ter sido tomada por um sentimento de urgência, diante do temor de que o país caia nas mãos do crime organizado.
A ABI manifesta sua preocupação com a permanência do Estado Democrático de Direito no país diante da eleição, para o Senado e para a Câmara Federal, de uma bancada de extrema-direita que demonstra não ter compromisso algum com a democracia e com as liberdades políticas, de expressão e de imprensa, com os direitos humanos e das minorias e com a soberania de nosso país.
Monitoramento da CDJor identifica mais de 14 mil agressões nas redes sociais, com mulheres jornalistas entre os principais alvos.
Navi Pillay esteve no Brasil em 2009 e cobrou em diversas ocasiões processos contra militares.