Banner 2
Banner 3
Banner 1

Prêmio João Canuto homenageia mulheres ativistas


08/12/2025


O Movimento Humanos por Direitos, MHuD, em parceria com a Ação da Cidadania, promoveu na manhã desta segunda-feira(8) a entrega do Prêmio João Canuto de Direitos Humanos 2025.

As homenageadas são mulheres que defendem os direitos humanos e fazem o mundo muito melhor com ações na defesa da vida digna, na garantia de direitos para os coletivos e comunidades onde residem e militam.

Aira Nascimento, Maria Lúcia Martins e Ana Paula da Cruz Santos

As homenageadas foram Aira Nascimento, do Instituto “As Josefinas”; Maria Lúcia Martins, do Quilombo Cafundá Astrogilda; e Ana Paula da Cruz Santos, do Centro de Integração da Serra da Misericórdia.

A entrega do Prêmio foi precedida por um debate sobre a Violência Cotidiana nos Corpos Periféricos, com a atriz Dira Paes, a juíza Daniela Muller, da Justiça do Trabalho do RJ e a representante da coordenação regional da CPT do RJ e ES, Elaine Ferreira, da Baixada Fluminense.

O evento foi aberto pela presidenta do MHuD, a atriz Beth Mendes, que falou sobre a importância do Prêmio que desde sua fundação há 20 anos homenageia personalidades que se destacam na defesa da dignidade e dos direitos humanos.

Entre os presentes estavam Daniel de Souza, presidente do Conselho da Ação da Cidadania, o padre Ricardo Resende, do movimento contra o Trabakho Escravo no Brasil, a deputada estadual Marina do MST e o jornalista Xico Teixeira, da Comissão de Direitos Humanos e Liberdade de Imprensa da ABI.

Ao longo dos seus 22 anos, a luta e militância do movimento se destacou no combate ao trabalho escravo e na utilização da imagem de seus integrantes artistas para dar visibilidade aos militantes e defensores de direitos humanos ameaçados de morte; no combate à exploração sexual infantil; pela demarcação de terras indígenas e áreas quilombolas e em ações socioambientais.

A história do MHuD tem sido escrita ao longo desses anos através da promoção, preservação e na garantia de que os direitos humanos são inegociáveis, dependemos dele para a nossa existência e sobrevivência.