28/07/2025
Foto: Reprodução
O jornalista Denis Kuck, de 44 anos, morreu na noite de sábado, após quatro anos em tratamento contra um câncer no intestino. Ele trabalhou no GLOBO, de 2006 a 2010, e no Valor Econômico, de 2021 a 2022. O velório será nesta segunda-feira, no Crematório Penitência, no Caju, às 9h. Ele deixa uma filha, Antônia, de 8 anos, e a esposa Olívia Mendonça.
Denis se formou jornalista pela UFRJ, mas, desde criança, já acompanhava o pai, Claudio Renato Kuck, também repórter, nas sessões da CPI sobre Paulo César Farias, em Brasília. Foi assistente do escritor Fernando Morais e, além da Editora Globo, trabalhou na revista científica Ciência Hoje, na Agência EFE e no irreverente Peru Molhado, de Búzios. Também foi editor do jornal distribuído dentro da Vila Olímpica, o Village Life, durante as Olimpíadas de 2016, no Rio.
A notícia sobre a morte foi divulgada por parentes e amigos, após piora do jornalista na Clínica São Vicente, na Gávea, Zona Sul do Rio.
Nas redes, homenagens foram prestadas a Denis:
“Não há como se despedir de quem nunca sairá das nossas memórias. Te amo, irmão. Te amo pra sempre”, escreveu o amigo Daniel Brunet.
A última contribuição de Denis ao GLOBO aconteceu no ano passado, quando participou da cobertura sobre a COP29, publicada em um caderno especial junto ao Valor Econômico. Nela, o repórter explicou a comercialização do crédito de carbono mundo afora e seu impacto no Brasil.
No passado, contudo, Kuck era conhecido pelas matérias sobre o Rio, em especial, sobre as zonas Sul e Oeste da cidade. Numa delas, contou a história de Maria Rosa do Sacramento, uma idosa centenária que morava em Campo Grande. O texto foi publicado em março de 2007.