Polícia colombiana caça suspeitos da morte da jornalista Flor Alba Núñez


Por Cláudia Souza

29/09/2015


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Investigadores divulgaram imagens de Juan Camilo Ortiz e de Jaumeth Albeiro Florez por suposto envolvimento no assassinato de Flor Alba Núñez, ocorrido na última quinta-feira, dia 10, na cidade de Pitalito, região de Huila. Governo ofereceu recompensa em dinheiro por informações sobre este crime e sobre a morte da jornalista Nimia Peña Pedrozo.

Flor Alba Núñez, 25 anos, foi baleada na cabeça por volta do meio-dia, em frente à emissora de rádio La Favorita, onde trabalhava, localizada no bairro Pen, em Pitalito.

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Flor Alba Núñez (Reprodução flip.org.co)

Correspondente de um jornal e de um canal de televisão da região, Flor Alba Núñez havia publicado denúncias, com base em relatórios da polícia, sobre a ação de criminosos na cidade. Colegas de trabalho da repórter confirmaram as ameaças.

De acordo com a investigação policial, Juan Camilo Ortiz, 28 anos, já havia sido preso por homicídio e seu nome integrava uma lista de criminosos denunciados por Flor Alba Núñez em várias matérias. Ele teria feito o disparo contra a jornalista, enquanto Jaumeth Albeiro Florez é suspeito de conduzir a motocicleta usada pelos dois criminosos na ação.

Recompensa

Nimia Peña Pedrozo( Foto: interpolitico.com)

Nimia Peña Pedrozo( Foto: interpolitico.com)

A Polícia Nacional Colombiana ofereceu 100 milhões de pesos (cerca de R$ 130 mil) de recompensa por informações sobre o assassinato de Flor Alba Núñez, e a Polícia de Valledupar, cidade da região nordeste do país, aumentou de 20 milhões de pesos para 50 milhões a recompensa por informações sobre o assassinato da jornalista Nimia Peña Pedrozo, 29 anos, ocorrido no último domingo, dia 27, durante um suposto assalto.

— Não aceitamos que este crime fique impune como vem ocorrendo com muitos jornalistas na Colômbia. O aumento da recompensa pela localização dos criminosos produzirá um efeito rápido. Exigimos segurança em Valledupar. Hoje foi nossa companheira, amanhã pode ser qualquer outra pessoa, frisou Mildreth Zapata, presidente da Associação de Jornalistas de Valledupar(CPV).

 

 

 

 

 

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