Jornalista é assaltado em “saidinha de banco”


30/09/2010


O jornalista José Pereira da Silva, conhecido como Pereirinha, redator do jornal “A Tribuna” de Niterói, foi assaltado a mão armada ao sair de uma agência do Banco Itaú na cidade de São Gonçalo às 12h10min do dia 23, quinta-feira. Os ladrões levaram um envelope onde ele conduzia o dinheiro e fugiram numa moto.

Membro do Conselho Deliberativo e Presidente da Comissão de Sindicância da ABI, Pereirinha relatou o episódio no seguinte e-mail dirigido à Casa: 

“Uma modalidade de assalto a mão armada que já se tornou comum em São Gonçalo e Niterói é o da “saidinha de banco” e, apesar de os casos serem registrados nas delegacias policiais, não se tem conhecimento de que as investigações estão sendo feitas ou se alguma delas gerou resultado positivo.

O fato é que pessoas jovens e idosos, homens e mulheres, que saem da agência bancária com uma certa quantia são assaltadas em seguida nas ruas ou mesmo ao chegar em casa. Os ladrões seguem as vítimas de motocicletas ou carros. Quando a vítima salta do ônibus, por exemplo, e se prepara para entrar em casa, é rendida e perde todo o dinheiro que momentos antes sacara no banco.

Os assaltos obtêm êxito porque de dentro da agência um comparsa fornece todas as características da vítima. Seu tipo físico, a roupa que veste e onde ela conduz o dinheiro. 

Isto aconteceu comigo, às 12h10min, na última quinta-feira, dia 23, quando saí da agência do Banco Itaú em Nova Cidade, Trindade, São Gonçalo. Um dos ladrões me seguiu a pé e outro deu cobertura montado numa moto. O que estava me seguindo estava armado de revólver. Após o assalto, os dois fugiram rapidamente na moto.

Por que a Polícia não põe fim a isso, através de investigações seguras, com análise das fitas das câmeras instaladas nas agências? Será que é tão difícil requisitar essas fitas e identificar os assaltantes e seus cúmplices? É muito estranho que as informações partam de dentro da agência bancária. 

Peço a divulgação destas informações, pois só assim a Polícia pode começar a agir e o Ministério Público também.”
   
 

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