14 de agosto de 2022


Jogos Paralímpicos, onde o Brasil é bom de medalhas


10/05/2021


Jogos Paralímpicos, onde o Brasil é bom de medalhas

Por Marcos Gomes é jornalista, membro da Comissão de Cultura e Lazer da ABI.

Os Jogos Paralímpicos de Tóquio e as chances de medalhas dos atletas brasileiros são os assuntos no ABI Esporte, nesta segunda-feira, 10. Os Jogos acontecem de 24 de agosto a 5 de setembro.

Participam do programa a mesa-tenista Danielle Rauen, a esgrimista em cadeira de rodas Fabiana Soares, o professor do Departamento de Antropologia da UFF, Luiz Rojo e o jornalista Paulo Vitor Fernandes, o PV. O ABI Esporte vai ao ar, às 19h30, pelo canal do Youtube da ABI, com  https://www.youtube.com/channel/UCDLfdfuALUd7eTf9UefaPTg/videos

Danielle Rauen conquistou medalha de bronze na última paralimpíada e foi campeã mundial por equipes em 2017. Atleta da Classe 9 é uma das principais mesa-tenistas do país e esperança de medalhas em Tóquio. É catarinense e treina no CT paralímpico, em São Paulo.

Fabiana Soares é atleta da esgrima em cadeira de rodas. Aguarda a definição do ranking mundial para saber se estará classificada para a competição de equipes nos Jogos de Tóquio. Petropolitana, trabalha em um hospital do centro do Rio, na linha de frente da covid.

Luiz Rojo é Doutor em Ciências Sociais pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro e Professor do departamento de Antropologia da Universidade Federal Fluminense, onde coordena o Núcleo de Estudos e Pesquisas sobre Esporte e Sociedade (NEPESS). Editor da revista Esporte e Sociedade.

– Qual o impacto dos Jogos Paralímpicos na visibilidade do esporte adaptado no Brasil? Em um programa realizado pela Associação Brasileira de Imprensa, penso que cabe destacar que se o conjunto das modalidades esportivas – excetuando-se o futebol e, parcialmente, o vôlei e o basquete – raramente recebe uma cobertura midiática, este quadro se agrava ainda mais quando se trata dos esportes adaptados. Assim, cada edição dos Jogos Paralímpicos, ainda que sem a mesma dimensão dos Jogos Olímpicos, se torna um dos poucos espaços nos quais as pessoas com deficiência podem acompanhar atletas com deficiência praticando esporte em alto-rendimento. Pretendo, aqui, desenvolver um pouco mais das repercussões desta situação sobre o desenvolvimento das práticas esportivas, seja de alto-rendimento, seja de lazer, entre as pessoas com deficiência, antecipa o professor Luiz Rojo.

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