14 de agosto de 2022


Homenagem à Mulher no Encontros


18/03/2021


Carol Cospe Fogo, Mariana Baltar, Cristina Serra e Carol Durão

Encontros faz homenagem à mulher em seu mês

Encontros da ABI com a Cultura faz, hoje, às 19h30, uma homenagem à Mulher em seu mês, on line e ao vivo,  entrevistando a jornalista e ambientalista Cristina Serra; Carol Cospe Fogo, a primeira mulher cartunista premiada no Brasil; a cineasta e também formada em Gestão Ambiental, Carolina Durão; a cantora e dançarina Mariana Baltar. Todas ganharam destaque em suas profissões. As entrevistadoras serão a jornalista e conselheira Ágata Messina, da Comissão de Assistência Social da ABI;  a jornalista Lívia Ferrari, editora do site; e a jornalista e produtora cultural Zezé Sack, da Comissão de Cultura. A apresentação é da jornalista Vera Perfeito, diretora de Cultura e Lazer. Assista pelo canal da Associação Brasileira de Imprensa do YouTube onde o programa ficará gravado.

A paraense Cristina Serra, vem fazendo sucesso com seus artigos na Folha de São Paulo, criticando o comportamento do governo frente à pandemia. Recentemente, também participou da homenagem a 94 jornalistas mortos no país por Covid, com o plantio de árvores com o nome de cada um deles no programa Bosques da Memória. Ela trabalhou no Jornal do Brasil, na revista Veja e na Rede Globo, onde foi repórter de política, em Brasília, correspondente em Nova York e repórter do Fantástico. É autora dos livros Tragédia em Mariana – a história do maior desastre ambiental do Brasil e A Mata ATlântica e o Mico-Leão –Dourado – uma história de conservação.

A mineira de Belo Horizonte Carol Cospe Fogo diz o seguinte: “o desenvolvimento do meu trabalho e a construção do meu pensamento vem de um perfil de muita observação e curiosidade”. Ela foi a primeira mulher a receber o Prêmio Ângelo Agostini como melhor cartunista / caricaturista do Brasil, em 2019.

A cineasta carioca Carolina Durão ou Carol Durão como é conhecida dirigiu curtas-metragens com carreira em festivais como a Mostra Tiradentes, Festival de Brasília e Festival do Rio, e internacionais – Festival de Rotterdam e Guadalajara. Entre eles, Apocalipse de Verão(2013). Foi também diretora – assistente de longas metragens – Um Tio quase perfeito 2, Altas Expectativas e Uma pitada de sorte. Graduada em cinema pela UFF dirigiu séries de TV como A vila, Ferdinando show, Truque de Humor. E na web dirigiu vídeos do Porta dos Fundos e o documentário Ferdinando.Doc: Por trás da diva.

Mariana Baltar, carioca, gostava de dar aula de dança de salão. Daí, foi um pulo para correr mundo com a Companhia Aérea de Dança e depois como backing vocal e dançarina de Jorge Benjor e da cantora Daúde. Como uma das fundadoras do Centro Cultural Carioca, na Praça Tiradentes, cantou nas noites de sábado. Foi descoberta como atriz e participou de alguns musicais. Mas seu negócio era o canto e foi gravar seus quatro CDs, o último em homenagem a Aldir Blanc. Divide bastante o trabalho musical com o violão 7cordas de Josimar Carneiro, seu parceiro na música e na vida. E de gogó ela entende porque está se formando em Fonoaudiologia.

 

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