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Morre em Brasília o jornalista Edson Chaves Filho, o “Chavinho”, aos 72 anos


10/01/2026


Com informações de Edgar Lisboa, em Portal Repórter Brasília

Faleceu na manhã de sexta-feira (9), em Brasília, o jornalista Edson Gomes Chaves Filho. Conhecido no meio jornalístico como “Chavinho”, tinha 72 anos, e lutava há dois anos contra um câncer no pâncreas.

Graduado em Jornalismo pela UFRGS (Universidade Federal do Rio Grande do Sul), Chavinho se consolidou como um profissional versátil e respeitado, com especialização em Gestão da Comunicação nas Organizações, obtida no UniCEUB, em Brasília, formação que o habilitou a atuar com profundidade tanto na cobertura de fatos quanto em estratégias de comunicação corporativa e institucional.

Ao longo de sua carreira, Chavinho trabalhou  no O GloboO Estado de S. Paulo, Folha de S.PauloJornal do BrasilCorreio do Povo, Zero HoraDiário Catarinense e Gazeta Mercantil e Rádio Guaíba, além de ter atuado na  CNI, CNJ e CNC em diferentes funções que incluíram reportagem, análise, consultoria e gestão de comunicação, papel pelo qual conquistou a admiração de colegas, fontes e leitores.

Sua passagem pelo jornalismo deixou contribuições significativas à cultura profissional e à formação de equipes de comunicação.

Pós-graduado em Gestão da Comunicação nas Organizações no Centro Universitário de Brasília (UniCEUB); Graduado em Comunicação Social, habilitação em Jornalismo Gráfico e Audiovisual, pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS); experiência em cobertura jornalística e assessoria de comunicação, atuando como repórter de rádio e jornais e editor de revistas, portais e publicações; Professor de Radiojornalismo na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC); viagens internacionais a trabalho à Finlândia, Alemanha e Argentina.

Vida pessoal

Edson Chaves Filho foi casado com a também jornalista Izabel Machado, parceira de vida com quem construiu uma trajetória marcada pela paixão pela comunicação. Juntos, formaram uma família unida e comprometida com os valores da profissão.

Deixa as filhas (Ana Eliza Chaves, Priscila Sigwalt Kronemberger e Mayra Sigwalt Chaves) e um netinho Erik, de 3 anos)

Homenagens e reconhecimento dos colegas de redação, dirigentes de veículos e profissionais de comunicação que manifestam condolências.

A carreira de Chavinho foi sempre pautada pela dedicação ao jornalismo sério, pelo respeito às fontes e pela construção de pontes entre leitores, instituições e a sociedade.

Entre as suas paixões estavam os Beatles e o Internacional de Porto Alegre.

Funeral

O velório será no domingo (11), das 8h30 às 10h30, na Capela 1 do Cemitério Campo da Esperança, em Brasília. O sepultamento será às 11h00.