Demitidos do Ejesa exigem pagamento de indenizações


Por Edir Lima

15/12/2015


manifestacao_okOs jornalistas demitidos do Grupo Ejesa, que publica os jornais O Dia, Meia Hora e o extinto Brasil Econômico, promoveram um protesto em frente ao prédio da redação, na Lapa, centro no Rio de Janeiro, nessa segunda-feira (15). O objetivo era denunciar o descumprimento das leis trabalhistas pelos proprietários, os portugueses Nuno Vasconcellos e Maria Alexandra Mascarenhas.
O Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Município do Rio de Janeiro (SJPRJ), que apoiou o ato, informou que os ex-funcionários reclamam de depósitos atrasados do FGTS e a falta de pagamento de suas verbas rescisórias.

O grupo pediu ajuda ao Consulado-Geral de Portugal, onde foi recebido por Dilson Santos, secretário do Cônsul-geral de Portugal no Rio de Janeiro, Nuno de Mello Bello. A presidente do sindicato, Paula Máiran, entregou a ele uma carta que explicava a situação dos trabalhadores com pedido de ajuda. Nos próximos dias, Bello deve receber uma comissão dos demitidos.

No documento, os trabalhadores registram que foram obrigados a aceitar o parcelamento em até 10 vezes das indenizações, mas que somente duas parcelas foram pagas aos demitidos em julho, e uma, aos dispensados em agosto. A empresa não deu previsão para pagar as dívidas e se recusa a receber a comissão de ex-empregados.

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