Ciclo de Leitura destaca Chiquinha Gonzaga na ABI


23/11/2016


A Compositora e pianista carioca Francisca Edwiges Neves Gonzaga, conhecida como Chiquinha Gonzaga, foi homenageada nessa terça-feira (22), na Associação Brasileira de Imprensa, no Centro do Rio, durante apresentação da peça teatral Apaixonadamente, Chiquinha Gonzaga, dos autores Ewa Procter e Lula Bastos, com direção de Marco Hazeck. O evento faz parte do III Ciclo de Leituras Teatrais Chiquinha Gonzaga, uma parceria entre a Associação Brasileira de Imprensa e o Instituto Cultural Chiquinha Gonzaga.

O texto mostra Chiquinha saindo do século XIX e surgindo no século XXI, em um brechó, na Tijuca. Coincidência ou não, a época não poderia ser melhor para retratar a artista, que fica deslumbrada com o Carnaval e a beleza da cidade do Rio de Janeiro. Animada, não pensou duas vezes em desfilar em um bloco de rua, esbanjando energia.

Segundo a autora Ewa Procter, a peça destaca a comparação que Chiquinha faz entre o Rio antigo e o atual, além das lembranças de seus relacionamentos amorosos.

“A Chiquinha Gonzaga tinha uma personalidade forte e gostava de se impor. Isso chamava a atenção da sociedade e de quem se aproximava dela”, comenta a autora.chica

Ewa Procter elogiou a parceria entre a ABI e o Instituto Cultural Chiquinha Gonzaga.

“O Rio de Janeiro sempre foi palco de grandes espetáculos. Precisamos desse tipo de incentivo para mostrar trabalhos de qualidade, além de incentivar o público a valorizar mais a cultura”, observou a autora.

Segue a programação do III Ciclo de Leituras Teatrais Chiquinha Gonzaga:

Novembro
Dia 29 – Seis Autores e um diretor em busca de personagem, de Hersch Basbaum, com direção de Raimundo Alberto.

Dezembro
Dia 6 – Doces Fragmentos de loucura, de Isis Baião, com direção de Gilberto Gawronski;
Dia 13 – Chá de panela, do autor e diretor Raimundo Alberto.

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