Atualidade em clássico da Mostra do Centenário


18/07/2008


      Jobel Lopes de Oliveira

A sessão do filme “Eu que viver”, de Robert Wise, impressionou a platéia do Cine ABI, na noite da última quinta-feira, 17. Jobel Lopes de Oliveira, que atua no ramo de hotelaria, contou que está com 64 anos e assistiu ao drama pela primeira vez aos 16:
— Aproveito as quintas-feiras, meu dia de folga, para participar dos eventos da ABI, instituição que freqüento há mais de 20 anos. Fiz questão de rever, 48 anos depois, este filme que revela traços da sociedade norte-americana existentes ainda hoje, como a vocação para o combate. Matei a saudade das fitas realizadas em p&b, do roteiro que foge aos padrões comerciais atuais, e da atriz
Susan Hayward.

 Paulo Henrique Santos

Paulo Henrique Santos, aposentado, ex-funcionário da Light, aplaudiu o filme e a iniciativa da Casa em promover as sessões gratuitas, este ano com a Mostra do Centenário — A Imprensa no Cinema:
— Compareço ao Cine ABI desde a estréia, porque acredito na arte como elemento transformador do ser humano. “Eu quero viver” revela as injustiças sociais impostas pela sociedade norte-americana, a perversidade humana marca o desfecho dramático, acentuado pelo grande talento da protagonista.

Admirador dos jornalistas Barbosa Lima Sobrinho, Hélio Fernandes, Carlos Chagas, Elio Gaspari e Sebastião Nery, Paulo Henrique — que participa dos eventos da ABI há mais de duas décadas — destaca ainda “o papel da imprensa no filme e a atualidade dos aspectos políticos da trama”.

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