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Associação Brasileira de Imprensa presta homenagem a Marceu Vieira


30/09/2025


Por Ancelmo Gois, em Ancelmo.com

Foto: Reprodução Redes Sociais

A pedido do próprio Marceu Vieira, antes de morrer, o velório amanhã, dia 1º de outubro, do coleguinha que por mais de uma década integrou, com saber e afeto, a equipe desta coluna, será, em parte, em Morro Agudo, bairro onde ele nasceu em Nova Iguaçu. Será das 9h às 11h, na Capela do Cemitério Municipal da cidade. Em seguida, o corpo segue para a sede da Associação Brasileira de Imprensa (ABI), no Centro do Rio, para despedidas de colegas e amigos, das 13h às 16h.

O presidente da ABI, Octávio Costa, diz que “carinhoso e solidário, Marceuzinho foi um dos mais queridos jornalistas do país e deixará muita saudade”. Para ele, “como disseram os filhos Maria, Mateus e Vitória, sempre será lembrado como um homem muito amado”. Octávio lembra que, quando voltou ao antigo Jornal do Brasil, em 1990, com 40 anos, teve dificuldades em se adaptar ao computador. “Marceuzinho se aproximou e perguntou: ‘Quer ajuda, Octávio?’”.

“Não conheci ninguém que vivesse como Marceu Vieira, uma vida em estado de poesia. Virou poema”, escreveu Bial em suas redes sociais.

Também o jornalista Fellipe Awi, seu chefe imediato no programa da TV Globo, se disse arrasado.

“Marceu só semeou amor por onde passou, e isso inclui a redação do Conversa com Bial”, diz. “Aqui ele era o irmão mais velho de todos. Era a pessoa para quem nossos mais jovens roteiristas olhavam com admiração e carinho, não só pela competência, mas pela ternura. Os olhos brilhavam especialmente quando ele roteirizava um programa sobre samba ou música popular. Fazia tudo com muito carinho e se emocionava com os achados do arquivo da Globo.”

O deputado Chico Alencar também escreveu numa rede social: “Tá ficando doído suportar tanta partida ‘fora do combinado’.

Um consolo para a perda do querido Marceu é saber que ele viveu uma grande vida, pessoa do bem, ternura ambulante, sorriso suave, craque das palavras, em prosa ou musicadas. Marceu fica! E fica a saudade de um ser tão generoso em tempos de tamanha brutalidade.”