Adeus a Bartolomeu Brito da Souza, um dos primeiros repórteres policiais do Rio


Por Claudia Sanches

07/07/2015


Bartô_jornalista A Associação Brasileira de Imprensa (ABI) lamenta o falecimento do jornalista Bartolomeu Brito de Souza, hoje pela manhã , dia 7 de julho, terça-feira, aos 73 anos, vítima de um Acidente Vascular Encefálico (AVE), aos 73 anos.

Bartolomeu, conhecido pela sua brilhante trajetória no jornalismo policial investigativo, foi um dos primeiros repórteres policiais do Rio. Iniciou sua carreira em “A noite”, em 1963, passou pelo “Jornal do Brasil”, “Revista Manchete”, “TV Manchete”, “TV Record”, onde trabalhou com Wagner Montes e em “O Dia”, seu último emprego. Entrou na carreira movido pela curiosidade de saber como o jornalista policial sabia como e onde estava acontecendo o fato.

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Bartolomeu Brito de Souza e Jô Soares

Em 1963, começa a trabalhar como contínuo no  Jornal “A Noite” e o inevitável aconteceu: entrou para a equipe de jornalismo. Bartolomeu era um baú vivo de histórias do jornalismo policial. Não media esforços para correr atrás da foto e da informação correta, até o fim.

Desde 2010, Bartô, como era chamado pelos amigos, lutava conta as sequelas de um Acidente Vascular Cerebral (AVC). O repórter deixa a esposa, Josefa souza, 73 anos e a filha Andrea, que mora nos Estados Unidos.

Amigos e parentes informam que velório será amanhã, quarta-feira, dia 8, a partir das 9h, no Cemitério do Caju.

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