A chapa vencedora


29/04/2005


EFETIVOS

Maurício Azêdo — Presidente da ABI, bacharel em Direito pela antiga Universidade do Estado da Guanabara, hoje UERJ. Trabalhou como repórter, redator, editor ou diretor nos mais importantes veículos impressos do Rio e de São Paulo, como Jornal do Commercio, Diário Carioca, Jornal do Brasil, Jornal dos Sports, Diário de Notícias, Última Hora, O Estado de S. Paulo, Folha de S. Paulo e O Dia, as revistas Manchete, Jóia, Fatos & Fotos, Pais & Filhos, Realidade e Placar O Semanário, entre outros. Trabalhou também na Rádio Jornal do Brasil, na Rádio FM O Dia e na TV Continental. Foi editor nos jornais Folha da Semana, Opinião e Movimento e cronista no periódico Hora do Povo, publicações alternativas de resistência ao regime militar. Colaborou também com a publicação clandestina do Partido Comunista Brasileiro Voz Operária. Foi professor do Departamento de Comunicação da PUC-RJ, da qual foi demitido num expurgo político-ideológico em 1980. Eleito vereador em 1982, foi Presidente da Câmara Municipal do Rio de Janeiro, Prefeito em exercício do Rio, Secretário Municipal de Desenvolvimento Social e Conselheiro do Tribunal de Contas do Município do Rio de Janeiro.

Alberto Dines — Esteve por 12 anos à frente da Redação do Jornal do Brasil, tendo assumido pela primeira vez o cargo de editor em janeiro de 1962. Sob a ditadura militar e a censura aos órgãos de comunicação, Dines comandou o jornal em pelo menos dois momentos históricos: em dezembro de 1968, após a decretação do AI-5, mandou para as bancas uma edição marcada por ironias e linguagens figuradas; em 1973, driblou os censores mais uma vez, noticiando de forma original o golpe militar no Chile. Atualmente é editor e apresentador do Observatório de Imprensa, da TVE.

Ana Maria Costábile — Jornalista há 37 anos, foi correspondente do sistema Globo de Rádio no Oriente Médio no final da década de 70; editora do Jornal Nacional, chefe de Redação do canal GNT da Globosat; fez parte da equipe que colocou no ar a TV Manchete; foi editora da TV Globo e por muito tempo redatora-chefe da Manchete. Atualmente é professora de Comunicação da UniverCidade.

Araquém Moura — Repórter do Diário Carioca e da Última Hora. Também advogado militante e atualmente assessor jurídico da Diretoria da ABI.

Arthur Poerner — Escritor, jornalista, professor e compositor de música popular, iniciou a carreira como repórter do Jornal do Commercio em 1962. Foi redator da Standard Propaganda e do Correio da Manhã; diretor da Folha da Semana e articulista da Revista Civilização Brasileira. Após a suspensão dos seus direitos políticos por 10 anos, em 1966, e a prisão, em 1970, exilou-se na Alemanha, onde foi redator e locutor da rádio “Voz da Alemanha” e correspondente da Tribuna da Imprensa, do semanário Pasquim e da revista IstoÉ. Depois da volta ao Brasil, em 1984, foi editor de Cultura da TV Globo e escreveu para a revista Cadernos do Terceiro Mundo e para os jornais O Estado de S. Paulo e Jornal do Brasil. De 1987 a 1990, presidiu o Sindicato dos Escritores do Estado do Rio de Janeiro; de 1991 a 1994, a Fundação Museu da Imagem e do Som do Rio de Janeiro.

Audálio Dantas — Jornalista e escritor, liderou como presidente do Sindicato dos Jornalistas profissionais no Estado de São Paulo as manifestações de protesto contra a tortura e morte do jornalista Vladimir Herzog em outubro de 1975. Repórter das revistas O Cruzeiro e anos mais tarde, Realidade, foi presidente da Fundação Ulysses Guimarães, em São Paulo; diretor da União Brasileira de Escritores (UBE); deputado federal pelo Estado de São Paulo; presidente da Federação Nacional dos Jornalistas; presidente da Imprensa Oficial do Estado de São Paulo; presidente do Conselho da Fundação Cásper Líbero (SP), mantenedora da TV Gazeta e da Faculdade de Comunicação Cásper Líbero.

Carlos Arthur Pitombeira — Começou como repórter da antiga Rádio Continental, em 1958. Foi redator do Diário de Notícias e da Última Hora, transferindo-se, em seguida, para o Jornal do Brasil, onde trabalhou como repórter durante seis anos. Passou pelo O Jornal e Jornal do Commércio, antes de ingressar na famosa equipe de redatores das Rádios Nacional e Tupi. Na Rádio Globo, foi produtor exclusivo do “Programa Paulo Giovanni”. Logo depois entrou para a Rádio Bandeirantes, onde passou a escrever a crônica “Bom-Dia”, um dos grandes sucessos do “Programa Haroldo de Andrade.” Atualmente é técnico em Comunicação Social do Governo do Estado e Conselheiro da ABI.

Conrado Pereira — Iniciou-se no jornalismo, em 1960, como estagiário da agência de notícias UPI. Passou, depois, pelas redações da TV Excelsior e da Rádio Tupi. Em 1963 foi para o Jornal do Brasil e, três anos depois, para O Globo. Trabalhou 21 anos como repórter político de O Dia, de onde saiu para ingressar na Tribuna da Imprensa e no Monitor Mercantil. Foi um dos primeiros profissionais formados pelo Curso de Jornalismo da Faculdade Nacional de Filosofia, da antiga Universidade do Brasil. Há cerca de 20 anos participa intensamente da vida da ABI. Exerce o cargo de secretário da Diretoria de Assistência Social.

Ely Moreira — Começou no Diário Carioca e trabalhou depois em Última Hora e Jornal do Brasil, foi repórter especial da TV Globo, editor do Globo Cidade e chefe de reportagem de O Globo e da TV Globo.

Fernando Barbosa Lima — Aos 20 anos, na TV Rio, foi o criador e diretor do programa jornalístico de televisão Jornal de Vanguarda, o mais criativo e inovador já apresentado na televisão do País. Dirigiu as TVs Excelsior, Manchete e Bandeirantes e presidiu por duas vezes a TVE do Rio. Criou inúmeros programas importantes como Cara a Cara, da Bandeirantes, Sem Censura, da TVE, e o Abertura, da Tupi. Criou também os programas Canal Livre, na Bandeirantes, e o Conexão Internacional, exibido atualmente na TVE Brasil. 

Joseti Marques — Militando no jornalismo desde 1975, doutora em Comunicação e Cultura pela UFRJ, é diretora de cursos na Universidade Estácio de Sá. Foi diretora regional de Jornalismo da CNT; subeditora de Cidade em O Globo, chefe de reportagem de Economia do Jornal do Brasil, redatora na Rádio Jornal do Brasil. Trabalhou ainda na TV Globo, na TV Manchete por diversas vezes, onde foi editora internacional, subeditora e responsável pela parte jornalística de programas. Colaborou no Jornal de Debates, publicação alternativa de resistência à ditadura militar. Atualmente é Diretora de Jornalismo da ABI.

Mário Barata — Jornalista, professor e historiador, começou na imprensa como secretário de Redação do periódico Homem Livre, em 1939. Destacou-se como crítico de artes plásticas do Diário de Notícias, nos áureos tempos do jornal de Orlando Dantas, nos anos 40 e 50. A convite de Samuel Wainer, em 1951, integrou a equipe fundadora de Última Hora, na qual escrevia em duas colunas, a intitulada Dois Mundos e a de Artes. Trabalhou também em O Jornal e no Jornal do Commercio Professor da Escola Nacional de Belas-Artes-Enba e do Instituto de Filosofia e Ciências Sociais-Ifcs, é membro de diversas instituições internacionais dedicadas à preservação e defesa de monumentos de valor histórico, artístico e cultural no mundo inteiro.

Milton Coelho da Graça — Começou sua longa carreira no Diário Carioca, no começo dos anos 60. Trabalhou nos principais veículos impressos do País, como repórter, redator, editor e diretor. Na Editora Abril, foi diretor de revistas importantes como Realidade e Placar e diretor de Grupo de Revistas. Durante a ditadura militar organizou e dirigiu publicações clandestinas de oposição ao regime. Foi correspondente de O Globo em diferentes países da Europa. Atualmente é professor de Comunicação na Universidade de Campinas-Unicamp e comentarista do programa jornalístico Olhar 2005 da TVE Brasil.

Osmar Amicucci Gallo — Começou na Tribuna da Imprensa em 1965. Trabalhou no Correio da Manhã, O Globo, Diário de Notícias, Manchete e nas principais publicações da Editora Abril. Foi editor-fotográfico da agência Imagem. Ganhou o Prêmio Esso de Reportagem pela revista Veja. Seu currículo inclui inúmeras coberturas internacionais.

Ricardo Kotscho — Começou sua carreira de jornalista aos 15 anos, quando participou do jornal Verbômidas, do Colégio Santa Cruz. Três anos depois, assumiu seu primeiro emprego de importância, ao ser contratado como repórter, chefe de reportagem e editor do jornal O Estado de S. Paulo. Foi correspondente na Alemanha, entre 1977 e 1978. Retornou um ano depois para trabalhar na revista Isto É. Trabalhou no SBT Repórter e foi diretor de jornalismo do Canal 21, da TV Bandeirantes e da CNT/Gazeta. Foi Secretário de Imprensa e Divulgação da Presidência da República em 2003-2004, cargo de que se afastou para escrever um livro em que conta a sua trajetória no jornalismo.

SUPLENTES

Anísio Félix — Baiano radicado no Rio, teve destacada atuação profissional em sua terra como repórter, redator e editor de vários jornais como A Tarde e A Tribuna da Bahia. Foi presidente do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Estado da Bahia.

Chico de Paula Freitas — Publicitário e escritor, dirigiu durante anos o setor de publicidade do Rio de Janeiro das revistas Veja e, posteriormente, IstoÉ, cuja sucursal carioca implantou. Em 2004 lançou um livro de crônicas em que dá ênfase a aspectos da vida carioca. Atualmente dirige o setor publicitário do Jornal da ABI .

Edgar Catoira — Jornalista com longa carreira profissional trabalhou durante muitos em publicações da Editora Abril. Coube-lhe implantar nos anos 60 a sucursal de Veja em Salvador, a qual se tornou o embrião da sucursal de toda a Editora Abril na Bahia. Atualmente é responsável pela Comunicação Social de uma Secretaria Municipal do Rio.

Geraldo Lopes — Foi repórter de polícia da Última Hora nos anos 70, quando iniciou uma carreira profissional que o levou a destacadas funções, entre as quais a de editor de vários programas jornalístico da TV Manchete.

Itamar Guerreiro — Jornalista e advogado, foi conselheiro da ABI por quase 20 anos. Trabalhou no Correio da Manhã, no Jornal dos Sports e no jornal Politika. No jornal O Globo, onde trabalhou por 22 anos, exerceu a função de subsecretário de redação. 

Jarbas Domingos Vaz — Repórter de polícia desde 1958, começou no jornalismo pela mãos de Samuel Wainer, em Última Hora. Trabalhou também na TV Globo, no jornal O Fluminense, no Correio da Manhã e foi colaborador no jornal alternativo Reação. Fundou e dirigiu a Associação de Imprensa da Baixada Fluminense.

José Amaral Argolo — Entrou para a reportagem de O Globo, em 1977, quando se formou em Direito pela UERJ. No ano seguinte diplomou-se em Jornalismo pela Facha. Em 1986, transferiu-se para O Dia, quando passou a lecionar reportagem e edição gráfica na Universidade Estácio de Sá. Depois de trabalhar seis anos como repórter do Jornal do Commercio, dedicou-se exclusivamente à vida acadêmica a partir de 1992. Pós-graduado em Jornalismo e Ciência Política, mestre em Filosofia e doutorado em Comunicação e Cultura, e pós-doutorado em Jornalismo pela ECA-USP, escreveu três livros, entre eles “A Direita Explosiva no Brasil”. É diretor da Escola de Comunicação da UFRJ.

José Pereira da Silva (Pereirinha) — Repórter político, cobriu a Assembléia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro para o Jornal do Commercio e para O Fluminense durante muitos anos. Atualmente, desligado do jornalismo diário, edita publicações periódicas para diferentes instituições e entidades.

Lêda Acquarone — Artista plástica e jornalista, começou na profissão como ilustradora em revistas femininas e na O Cruzeiro; foi editora das revistas Fon-Fon e Jornal das Moças. Quando o Fon-Fon terminou, começou a trabalhar como free-lancer, escrevendo artigos para publicações européias, como a revista Mulher Soviética, publicada em diversos idiomas. Após o golpe de 64, passou a se dedicar integralmente às artes plásticas. Trabalhou durante muitos anos com Barbosa Lima Sobrinho na ABI.

Manolo Epelbaum — Formada em Filosofia e Letras em Buenos Aires, foi correspondente ou colaborador fixo de Goles; Clarín; El Gráfico; Somos; Conocer; Para Ti; Teleclic; Gente e La Nación, publicações argentinas. Tem trabalhos publicados no France Football e African Football. Atualmente tem aparecido em diversos canais de TV e emissoras de rádio do Rio de Janeiro e São Paulo, sempre a título de colaboração. Autor da parte do Brasil na “Historia de los Mundiales”, editada pela Editorial Julio Korn de Buenos Aires.

Maria Vitarelli — Diplomou-se em inglês e literatura pela UFMG, em 1962. Formou-se em medicina pela UNI-Rio, em 1978, especializando-se em Geriatria e Clínica Médica. É pós-graduada em Medicina do Trabalho e Administração Hospitalar. Em 1992, concluiu o curso de jornalismo na Faculdade Hélio Alonso. Colabora com várias publicações científicas e faz parte da Sociedade Brasileira de Médicos Escritores. Trabalha atualmente no Setor de Geriatria do HSE e no Serviço de Geriatria da Santa Casa da Misericórdia. Faz parte do corpo clínico da ABI e responde pela Direção Médica da Diretoria de Assistência Social.

Pedro do Coutto — Jornalista especializado em pesquisas eleitorais, trabalhou no Correio da ManhãO Globo e Jornal do Brasil. Durante 17 anos, participou do programa Haroldo de Andrade, na Rádio Globo. Colaborou na organização da Enciclopédia Delta Larousse, escrevendo sobre o período político compreendido entre 45 e 67.

Sidney Rezende — Professor da Faculdade de Comunicação da PUC-RJ e âncora da Rádio CBN, Sidney Rezende apresenta os programas Bom Dia, Rio, da Rede Globo de Televisão, e Conta Corrente, da Globo News. Jornalista há 20 anos, trabalhou nas rádios Jornal do Brasil, Panorama e Roquette-Pinto e nas TVs Bandeirantes, Manchete e Educativa.

Sílvio Paixão — Foi repórter, redator e editor de Última Hora, jornal onde iniciou sua carreira. Atualmente é Presidente do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Estado do Rio de Janeiro.

Wilson Magalhães — Jornalista e advogado, responsável por publicações da área notarial e de registros, assessor de comunicação da Associação dos Notários e Registradores e do Instituto de Protesto de Títulos do Brasil, diretor da Associação Comercial do Rio de Janeiro. 

CONSELHO FISCAL

Adriano Barbosa — Repórter, redator e editor de polícia de O Globo, trabalhou nos mais importantes jornais diários do Rio e em revistas de circulação nacional editadas na cidade.

Hélio Mathias — Foi chefe da Revisão do Jornal dos Sports no começo dos anos 60 e estabeleceu então o padrão adotado desde então pelo jornal nesse campo. Participou como colaborador dos trabalhos de revisão e fixação de textos de dicionários e enciclopédias.

Henrique João Cordeiro Filho — Repórter do semanário Novos Rumos e, mais tarde, um dos responsáveis pela gráfica do Partido Comunista Brasileiro em que era editado, na época da ditadura militar, numa oficina clandestina subterrânea em Campo Grande, o também clandestino periódico Voz Operária, órgão oficial do PCB. Preso e condenado com base na Lei de Segurança Nacional, cumpriu pena, após a qual se exilou.

Jesus Antunes — Começou como amador, na TV Piratini, apresentando o programa Panorama Estudantil e produzindo outros programas. Após radicar-se no Rio, nos anos 60, trabalhou na Tribuna do Servidor Público, na sucursal do Brazilian News, editado nos Estados Unidos, e no Diário Comercial. Atualmente é colaborador das publicações alternativas Carioca e Brasil de Fato. Membro da Comissão Fiscal na gestão Barbosa Lima, opinou no exame das contas de 1994, 1995 e 1996, opinou pela destituição do Tesoureiro, aprovada após o último parecer. Presidente da mesma Comissão em 2001 e 2002, já na gestão Fernando Segismundo, opinou pela rejeição das contas e pela destituição do Tesoureiro, proposta aprovada pela Assembléia-Geral.

Jorge Saldanha — Trabalhou na Manchete, Fatos & Fotos, O Jornal e Última Hora. Nos Estados Unidos, onde viveu, trabalhou no Diário de las Américas, editado na Flórida. Colaborador da Folha Universal e da revista Plenitude, é atualmente chefe da Comunicação Social da Universal Produções, que edita as duas publicações citadas.

Luiz Carlos Oliveira (Chester) — Foi diagramador do Jornal dos Sports e trabalhou em vários jornais diários do Rio, entre os quais o Jornal do Commercio. Colaborou com diferentes publicações como free-lancer.

Miro Lopes — Redator do Diário de Notícias e Última Hora, colaborou como free-lancer em agências fornecedoras de textos ao Jornal do Brasil e O Globo. Foi editor do jornal Comércio & Indústria. Atualmente é redator das revistas Saborear e Beija-Flor e colunista do Jornal dos Clubes. É redator da agência Ivo’s Publicidade.

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